DE VOLTA A NAZARÉ
Sábado, 27 de dezembro
Leia:
Mateus 2:13-23; Ezequiel 17:22-24
“Ele será chamado Nazareno.” Mateus 2:23
Mensagem:
Milhares de pessoas no mundo deixam seus países todos os anos por causa de perseguição. Jesus também foi um fugitivo: seus pais o levaram de Belém para evitar que fosse morto por um rei paranóico. Cessado o perigo, José quis voltar para a Judéia, mas um sonho o direcionou para a Galiléia. Por isso, Jesus cresceu naquela região, na pequena cidade de Nazaré.
A condição de Jesus como “Nazareno” dificilmente anularia sua identidade como Filho de Davi. Nazaré traz à mente a palavra hebraica nezer, que significa “ramo”. Assim, a nova cidade de Jesus confirma a profecia: “Um ramo surgirá do tronco de Jessé, e das suas raízes brotará um renovo.” (Isaías 11:1)
Plantei uma videira há vinte anos no meu quintal. Mudei-a de lugar três vezes, mas ela nunca floresceu. Tempos atrás, eu a cortei. Mas, apesar de eu ter desistido dela, a videira não se rendeu. Ainda brota todo ano — e a cada ano está mais vigorosa do que no ano anterior.
A árvore da família de Davi também fora cortada. Parecia estar morta, incapaz de cumprir o seu propósito. Mas, então, um renovo brotou de suas raízes. E deste renovo cresceu uma árvore tão grande que os pássaros puderam construir ninhos nos seus galhos!
Ore:
Senhor Jesus, estamos tão necessitados de um lar como Tu estiveste! Ajuda-nos a encontrar abrigo e segurança em ti. Com certeza, à sombra dos galhos do teu Reino, encontraremos descanso. Amém.
Pense:
Natal é florescer onde Deus nos plantar.
sábado, 27 de dezembro de 2008
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
E Natal os anjos cantam!
É NATAL, OS ANJOS CANTAM!
Terça-feira, 23 de dezembro
Leia:
Isaías 9:1-7
“Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor.” Lucas 2:14
Mensagem:
No Natal, os anjos cantaram sobre “paz na terra”. Paz é o que o nosso mundo precisa desesperadamene — não apenas o fim das guerras, mas o verdadeiro shalom, uma paz completa que nasce da reconciliação entre terra e céu.
Os anjos gostam de cantar: “Então olhei e ouvi a voz de muitos anjos... milhões de milhões... e cantavam em alta voz: ’Digno é o cordeiro...’” (Apocalipse 5:11-13). A tradição judaica afirma que eles cantaram quando Deus criou os céus e a terra. É uma suposição sensata (Jó 38:7). Portanto, não surpreende que eles tenham cantado também no nascimento de Jesus. Afinal, em Cristo, Deus iniciou uma nova criação, fazendo novas todas as coisas!
Mas o que o menino Jesus fez para que esta reconciliação fosse possível? Eis uma pista: mais de trinta anos depois, a cantoria dos anjos em Belém ecoou entre a multidão que recebia Jesus à entrada de Jerusalém: “Paz no céu e glória nas alturas!” (Lucas 19:38)
No nascimento de Cristo, os anjos cantaram sobre paz na terra. Quando Cristo seguiu seu caminho para a cruz, a multidão cantou sobre paz nos céus. Através do nascimento e da morte do Príncipe da Paz (Isaías 9:6), shalom – paz verdadeira – foi estabelecida entre o céu e a terra.
Ore:
Príncipe da Paz, queremos cantar como os anjos. Queremos glorificar o teu nome, apregoar a tua salvação e celebrar a paz que inunda nossas vidas hoje. Amém.
Pense:
Natal é glória a Deus e paz na terra!
Terça-feira, 23 de dezembro
Leia:
Isaías 9:1-7
“Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor.” Lucas 2:14
Mensagem:
No Natal, os anjos cantaram sobre “paz na terra”. Paz é o que o nosso mundo precisa desesperadamene — não apenas o fim das guerras, mas o verdadeiro shalom, uma paz completa que nasce da reconciliação entre terra e céu.
Os anjos gostam de cantar: “Então olhei e ouvi a voz de muitos anjos... milhões de milhões... e cantavam em alta voz: ’Digno é o cordeiro...’” (Apocalipse 5:11-13). A tradição judaica afirma que eles cantaram quando Deus criou os céus e a terra. É uma suposição sensata (Jó 38:7). Portanto, não surpreende que eles tenham cantado também no nascimento de Jesus. Afinal, em Cristo, Deus iniciou uma nova criação, fazendo novas todas as coisas!
Mas o que o menino Jesus fez para que esta reconciliação fosse possível? Eis uma pista: mais de trinta anos depois, a cantoria dos anjos em Belém ecoou entre a multidão que recebia Jesus à entrada de Jerusalém: “Paz no céu e glória nas alturas!” (Lucas 19:38)
No nascimento de Cristo, os anjos cantaram sobre paz na terra. Quando Cristo seguiu seu caminho para a cruz, a multidão cantou sobre paz nos céus. Através do nascimento e da morte do Príncipe da Paz (Isaías 9:6), shalom – paz verdadeira – foi estabelecida entre o céu e a terra.
Ore:
Príncipe da Paz, queremos cantar como os anjos. Queremos glorificar o teu nome, apregoar a tua salvação e celebrar a paz que inunda nossas vidas hoje. Amém.
Pense:
Natal é glória a Deus e paz na terra!
sábado, 20 de dezembro de 2008
Lugar de Fartura
LUGAR DE FARTURA
Sábado, 20 de dezembro
Leia:
Rute 1
Noemi pôs o menino no colo, e passou a cuidar dele. Rute 4:16
Mensagem:
as seu nome, na verdade, fala de bênção. Literalmente, Belém significa “casa do pão”. No mundo antigo, onde a maioria das pessoas levava uma vida miserável, saciar completamente a fome era raro. Mas o nome “Belém” aponta para uma comunidade que vivia satisfeita e que via suas necessidades atendidas.
Noemi compreendia bem estas coisas. A fome havia forçado sua família a deixar Belém e ir para Moabe, onde morreram seu marido e seus dois filhos. Sem alegria e esperança, Noemi voltou a Belém com o coração vazio.
Contudo, Noemi não retornou sozinha; sua nora Rute também foi. E a obediência de Boaz, um parente que assumiu sua responsabilidade como resgatador da família e casou-se com Rute, trouxe ao mundo uma criança que continuaria a linhagem de Noemi. A história termina com Noemi segurando seu neto no colo. A fidelidade e a obediência de Boaz e de Rute preencheram o vazio familiar.
Quando obedecemos a Deus, somos abençoados e abençoamos a outros também. Nosso compromisso em servi-lo leva amor e esperança aos nossos vizinhos e colegas de trabalho. Nosso amor a Deus sempre transborda em bênçãos sobre todos aqueles que vivem ao nosso redor.
Ore:
Senhor Jesus, “faze-me instrumento de tua paz... onde houver dúvida, que eu leve fé... onde houver desespero, que eu leve a esperança; onde houver tristeza, que eu leve a alegria”. Amém.
Pense:
Natal é tempo de abençoar as pessoas ao nosso redor.
Sábado, 20 de dezembro
Leia:
Rute 1
Noemi pôs o menino no colo, e passou a cuidar dele. Rute 4:16
Mensagem:
as seu nome, na verdade, fala de bênção. Literalmente, Belém significa “casa do pão”. No mundo antigo, onde a maioria das pessoas levava uma vida miserável, saciar completamente a fome era raro. Mas o nome “Belém” aponta para uma comunidade que vivia satisfeita e que via suas necessidades atendidas.
Noemi compreendia bem estas coisas. A fome havia forçado sua família a deixar Belém e ir para Moabe, onde morreram seu marido e seus dois filhos. Sem alegria e esperança, Noemi voltou a Belém com o coração vazio.
Contudo, Noemi não retornou sozinha; sua nora Rute também foi. E a obediência de Boaz, um parente que assumiu sua responsabilidade como resgatador da família e casou-se com Rute, trouxe ao mundo uma criança que continuaria a linhagem de Noemi. A história termina com Noemi segurando seu neto no colo. A fidelidade e a obediência de Boaz e de Rute preencheram o vazio familiar.
Quando obedecemos a Deus, somos abençoados e abençoamos a outros também. Nosso compromisso em servi-lo leva amor e esperança aos nossos vizinhos e colegas de trabalho. Nosso amor a Deus sempre transborda em bênçãos sobre todos aqueles que vivem ao nosso redor.
Ore:
Senhor Jesus, “faze-me instrumento de tua paz... onde houver dúvida, que eu leve fé... onde houver desespero, que eu leve a esperança; onde houver tristeza, que eu leve a alegria”. Amém.
Pense:
Natal é tempo de abençoar as pessoas ao nosso redor.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
O MISTERIO EM GENESIS
O MISTÉRIO EM GÊNESIS
Terça-feira, 2 de dezembro
Leia:
Gênesis 3:1-19
“...este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar”. Gênesis 3:15
Mensagem:
Mistério! O livro de Gênesis, o primeiro da Bíblia, fala do Natal! É uma profecia que envolve um conflito que irá percorrer os caminhos do ser humano na Terra, criando uma tensão entre o bem e o mal, até ser desvendado e resolvido por Jesus, o Filho de Deus que se torna um ser humano no Natal. O conflito foi gerado pelo pecado que parasitou a Criação perfeita de Deus e levou o ser humano a perder sua comunhão com Ele. O fracasso da obediência, a queda!
Os conflitos na família, trabalho, em nosso interior, nos desgastam. Estremecemos com a violência nas grandes cidades, os informes de guerra por todo o mundo, os choques raciais, a rejeição de imigrantes nos países desenvolvidos. Podemos fazer uma pausa no Natal para lembrar que o conflito profetizado no livro de Gênesis porá um fim a todos os demais conflitos. O descendente da serpente – Satanás – ferirá o calcanhar do descendente da mulher – Jesus. Mas seu calcanhar ferido esmagará a cabeça da serpente.
O Natal anunciou que o cumprimento dessa profecia se aproximava, e introduziu o protagonista da história da redenção. A batalha que traria a vitória de Deus sobre os poderes demoníacos estava prestes a começar.
Ore:
Graças te damos Pai, porque teu Filho veio travar a batalha que nos traria a paz. Damos graças, também, porque, sofrendo terríveis ferimentos em nosso benefício, Ele desferiu o golpe da vitória. Amém.
Pense:
Natal é o prenúncio da guerra final entre o bem e o mal.
Terça-feira, 2 de dezembro
Leia:
Gênesis 3:1-19
“...este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar”. Gênesis 3:15
Mensagem:
Mistério! O livro de Gênesis, o primeiro da Bíblia, fala do Natal! É uma profecia que envolve um conflito que irá percorrer os caminhos do ser humano na Terra, criando uma tensão entre o bem e o mal, até ser desvendado e resolvido por Jesus, o Filho de Deus que se torna um ser humano no Natal. O conflito foi gerado pelo pecado que parasitou a Criação perfeita de Deus e levou o ser humano a perder sua comunhão com Ele. O fracasso da obediência, a queda!
Os conflitos na família, trabalho, em nosso interior, nos desgastam. Estremecemos com a violência nas grandes cidades, os informes de guerra por todo o mundo, os choques raciais, a rejeição de imigrantes nos países desenvolvidos. Podemos fazer uma pausa no Natal para lembrar que o conflito profetizado no livro de Gênesis porá um fim a todos os demais conflitos. O descendente da serpente – Satanás – ferirá o calcanhar do descendente da mulher – Jesus. Mas seu calcanhar ferido esmagará a cabeça da serpente.
O Natal anunciou que o cumprimento dessa profecia se aproximava, e introduziu o protagonista da história da redenção. A batalha que traria a vitória de Deus sobre os poderes demoníacos estava prestes a começar.
Ore:
Graças te damos Pai, porque teu Filho veio travar a batalha que nos traria a paz. Damos graças, também, porque, sofrendo terríveis ferimentos em nosso benefício, Ele desferiu o golpe da vitória. Amém.
Pense:
Natal é o prenúncio da guerra final entre o bem e o mal.
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