sábado, 26 de julho de 2008

mar azul

terça-feira, 22 de julho de 2008

textos do site: www.mormons.com.br

Aproveite Cada Momento:
Um amigo meu abriu a gaveta da cômoda de sua esposa e pegou um pequeno pacote embrulhado com papel de seda e disse:
- Isto não é um simples pacote. Tirando o papel que o envolvia e observando bonita
seda e a caixa falou:
- Ela comprou isto na primeira vez que fomos a Nova York, há uns 8 ou 9 anos. Nunca o usou. Estava guardando-o para uma ocasião especial. Bem,creio que esta é a ocasião.
Aproximou-se da cama e colocou a prenda junto com as outras roupas que ia levar para a funerária. Sua esposa tinha acabado de morrer.
Virando-se para mim, disse:
- Não guarde nada para uma ocasião especial. Cada dia que se vive é uma ocasião especial".
Ainda estou pensando nestas palavras... já mudaram minha vida. Agora estou lendo mais e limpando menos.
Sento-me no terraço e admiro a vista sem preocupar-me com as pragas no jardim. Passo mais tempo com minha família e menos tempo no trabalho. Compreendi que a vida deve ser uma fonte de experiências a se desfrutar, não para sobreviver.
Já não guardo nada. Uso meus copos de cristal todos os dias.
Coloco uma roupa nova para ir ao supermercado, se me dá vontade.
Já não guardo meu melhor perfume para ocasiões especiais, uso-o quando tenho vontade. As frases "algum dia..." e "qualquer dia..." estão desaparecendo de meu vocabulário.
Se vale a pena ver, escutar ou fazer, quero ver, escutar ou fazer agora.
Não estou certo do que teria feito a esposa de meu amigo se soubesse que não
estaria aqui para a próxima manhã que todos nós ignoramos.
Creio que teria chamado seus familiares e amigos mais próximos. Talvez chamasse alguns amigos antigos para desculpar-se e fazer as pazes pôr possíveis desgostos do passado.
Gosto de pensar que teria ido comer comida chinesa, sua favorita.
São estas pequenas coisas deixadas pôr fazer que me fariam desgostoso se eu
soubesse que minhas horas estão limitadas.
Desgostoso, porque deixaria de ver amigos com quem iria encontrar "algum dia"... Desgostoso, pôr não ter escrito certas cartas... cartas que pensava escrever "qualquer dia destes".
Desgostoso e triste, porque não disse a meus irmãos e meus filhos, com suficiente freqüência, que os amo.
Agora, trato de não atrasar, adiar ou guardar nada que traria risos e alegria para nossas vidas. E, a cada manhã, digo a mim mesmo que este será um dia especial. Cada dia, cada hora, cada minuto, é especial.

Instruções para a Vida:
- Coma bastante arroz integral.
- Dê às pessoas mais do que esperam, e faça-o com gosto.
- Decore seu poema favorito.
- Não acredite em tudo que escuta, nem gaste tudo que tem ou durma tudo que quer.
- Quando disser "te amo", diga a verdade.
- Quando disser "sinto muito", olhe a pessoa nos olhos.
- Tenha um noivado de pelo menos seis meses antes de casar.
- Acredite em amor à primeira vista. - Jamais ria dos sonhos dos outros.
- Ame profunda e apaixonadamente. Você pode sair ferido, mas esta é a única maneira de viver a vida completamente.
- Nos desacordos, jogue limpo. Não ofenda.
- Não julgue os demais pôr seus parentes.
- Fale lentamente, mas pense com rapidez.
- Quando alguém lhe fizer uma pergunta que não queira responder, sorria e pergunte-lhe: "pôr que queres saber?"
- Lembre-se que o maior amor e os maiores enganos contém os maiores riscos.
- Converse com sua mãe. - Diga "saúde!" quando escutar alguém espirrar.
- Quando perder, não perca a lição.
- Lembre-se dos três "erres": Respeito a você mesmo; Respeito aos outros; Responsabilidade pôr suas ações.
- Não permita que uma pequena briga estrague uma grande amizade.
- Quando perceber que cometeu um erro, tome medidas imediatas para corrigi-lo.
- Sorria quando falar no telefone. Quem chama poderá percebê-lo em sua voz.
- Case-se com um homem/mulher que goste de conversar.
Quando estiverem velhos, as habilidades de conversação serão mais importantes que qualquer outra coisa.
- Passe algum tempo sozinho.
- Abra seus braços para as mudanças, mas não abandone seus valores.
- Lembre-se que o silêncio, as vezes, é a melhor resposta.
- Leia mais livros e veja menos TV.
- Viva uma vida boa e honrosa. Assim, quando estiver velho e lembrar-se do passado, verá como a aproveitará pela segunda vez.
- Confie em Deus, mas tranque bem o seu carro.
- Uma atmosfera amorosa em seu lar é importante. Faça todo o possível para criar um lar tranqüilo e harmonioso.
- Quanto tiver desacordos com os seus entes queridos, restrinja-se à situação atual. Não traga de volta o passado.
– Leia entre linhas.
- Compartilhe seu conhecimento. É uma maneira de ser imortal.
- Seja gentil com o planeta. - Reze. Há um poder imensurável na oração.
- Jamais interrompa quando estiver sendo elogiado.
- Ocupe-se com seus próprios assuntos.
- Não confie em um homem/mulher que não feche os olhos quando beija.
- Uma vez pôr ano, visite um lugar onde nunca tenha estado.
- Se você ganha muito dinheiro, use-o para ajudar os outros, enquanto ainda está vivo; essa é a maior satisfação que a riqueza pode lhe dar.
- Lembre-se que não conseguir o que se quer é, as vezes, um golpe de sorte.
- Aprenda todas as regras e, em seguida, quebre algumas.
- Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor entre duas pessoas é maior que a necessidade de um pelo outro.
- Julgue seus êxitos na medida do que você teve que renunciar para obtê-lo.
- Aborde o amor e a comida com um certo abandono temerário.

Pegadas na Areia
Uma noite eu tive um sonho...Sonhei que estava andando na praia, com o Senhor, e através do céu passavam cenas da minha vida. Para cada cena que se passava, percebi que eram deixadas dois pares de pegadas na areia: um era o meu e o outro era o do Senhor.Quando a ultima cena da minha vida passou diante de nós, olhei para traz, para as pegadas na areia e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida havia apenas um par de pegadas na areia.Notei que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso entristeceu-me, e perguntei ao Senhor."Senhor tu me disseste que, uma vez que eu resolvi te seguir , tu andarias sempre comigo todo o caminho mas, notei que durante as maiores atribulações do meu viver havia na areia dos caminhos da vida, apenas um par de pegadas. Não compreendo porque, nas horas que, eu mais necessitava de ti, tu me deixastes."O Senhor me respondeu:"Meu precioso filho, eu te amo e jamais te deixaria nas horas de tua prova e do teu sofrimento. Quando vistes na areia apenas um par de pegadas, foi exatamente aí que Eu, nos braços ... te carreguei."

Compaixão
Era uma vez um velho muito velho, quase cego e surdo, com os joelhos tremendo.Quando se sentava à mesa para comer, mal conseguia segurar a colher.Derramava a sopa na toalha e, quando afinal, acertava a boca, deixava sempre cair um bocado pelos cantos.O filho e a nora dele achavam que era uma porcaria e ficavam com nojo.Finalmente, acabaram fazendo o velho se sentar num canto atrás do fogão. Levavam comida para ele numa tigela de barro e o que era pior nem lhe davam o bastante.O velho olhava para a mesa com os olhos compridos, muitas vezes cheios de lágrimas.Um dia, suas mãos tremeram tanto que ele deixou a tigela cair no chão e ela se quebrou.A mulher ralhou com ele, que não disse nada, só suspirou.Depois ela comprou uma gamela de madeira bem baratinha e era ali que ele tinha de comer.Um dia, quando estavam todos sentados na cozinha, o neto do velho, que era um menino de quatro anos, estava brincando com uns pedaços de pau. O que é que você está fazendo? - perguntou o pai.Estou fazendo um cocho, para papai e mamãe poderem comer quando eu crescer. - O menino respondeu.O marido e a mulher se olharam durante algum tempo e caíram no choro.Depois disso, trouxeram o avô de volta para a mesa.Desde então passaram a comer todos juntos e, mesmo quando o velho derramava alguma coisa, ninguém dizia nada.A Compaixão é uma das Virtudes do Ser Humano.

Pai; perdoa-os.
Paulo Henrique de Souza Bispo
Era uma noite fria de Natal, havia um menino farropilho andando pelas ruas e tentando encontrar um lar, uma aconchego, naquela fira noite. Todo farropilho ele tocou a campainha de uma bela casa. A porta se abriu e o Mordomo viu o pequeno menino e fechou a porta. A dona da casa perguntou a ele quem era, ao que ele respondeu.
- Era somente um menino farropilho.
O menino entristecido, com fome e com frio saiu daquela casa e seguiu para uma outra casa, não tão bela quanto a anterior, mas com calor, alimento e brinquedos. O menino tocou a campainha e um homem abriu a porta, ao que viu ser um Menino Farropilho ele prontamente fechou a porta. Sua esposa perguntou a ele quem era, ao que ele respondeu:
- Não é ninguém, somente um Menino Farropilho.
Novamente o menino com fome, frio e triste bateu em uma casa, desta vez uma casa muito modesta, porem, dentro dela havia, calor, alimentos e brinquedos. Ao bater na porta, uma mulher a abriu, ao ver o menino prontamente fechou a porta. Seu marido perguntou quem era, ao que ela respondeu:
- Somente um Menino Farropilho.
O Menino faminto, com frio e triste encontrou um beco e alguns jornais, forrou o chão deitou e com fome, frio e triste adormeceu para desta forma suportar as "dores". Neste momento um homem se aproximou do menino, o segurou em seus braços, carregando-o no colo, olhou para o céu e disse:
- Pai, perdoa-os pois eles não sabem o que fazem.

Verdadeiro Amigo
Meu amigo não voltou do campo de batalha, Senhor, solicito permissão para ir busca-lo - disse um soldado ao seu tenente.
"Permissão negada" - replicou o oficial - "Não quero que arrisque a sua vida por um homem que provavelmente está morto".
O Soldado ignorando a proibição, saiu, e uma hora mais tarde regressou, mortalmente ferido, transportando o cadáver de seu amigo.
O Oficial estava furioso: "Já tinha de dito que ele estava morto!!! Agora eu perdi dois homens"! Diga-me: "Valeu a pena ir lá para pegar um cadáver?"
E o Soldado, moribundo, respondeu: "Claro que sim, Senhor! Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e pode me dizer"
"Tinha certeza que você viria!"
Um amigo é aquele que chega quando todo o mundo já se foi.
Autor desconhecido

Não se entregue a julgamentos
Havia uma senhora, que estava no aeroporto aguardando dar a hora de seu embarque. Neste período até o embarque, ela sentiu fome, percebeu que só tinha o valor de um pacote de biscoito. Após comprar este biscoito ficou com o dinheiro contado para retornar a seu lar. Voltando do magazine, ela se acomodou em uma poltrona na sala de espera e ficou. Alguns minutos depois, sentou ao lado dela um senhor. Alguns minutos se passaram e ele pegou um pacote de biscoito e começou a comer. A mulher ficou indignada, pois não acreditava na cara de pau daquele senhor, que abriu seu pacote de biscoito sem pedir e começou a come-lo. Ela logo em seguida pegou um biscoito também e começou a seqüência, ele pegava um biscoito do pacote e comia, e ela também pegava um biscoito do pacote e comia, porém indignada de ver a cara de pau daquele senhor em comer o pacote de biscoito que "Ela" comprou. Em seus pensamentos ela o xingava e se sentia indignada com a situação. Até que chegou ao ultimo biscoito, ela o encarou bem e pensou: Só quero ver o que este homem fará, só falta ele comer meu ultimo biscoito. O homem enfiou a mão no pacote, pegou o ultimo biscoito, quebrou no meio, deu metade para a senhora e a outra metade ele comeu. Enfim chegou a hora de embarcar. Ela pegou suas malas e foi "indignada mesmo" com a situação. Quando entrou no avião estava se ajeitando quando chegou alguém que iria sentar a seu lado. Ela pegou sua bolsa e notou que o "pacote de biscoito que ela havia comprado estava guardado na bolsa dela". Em suma: Durante o tempo todo ela estava comendo do pacote de biscoito que o homem havia comprado. Enquanto ela o julgava e o condenava mentalmente, ele repartia do que poderia ser seu ultimo pacote de biscoito, e quando ele viu que era o ultimo biscoito do pacote, ele ainda dividiu com ela. Quantas vezes nós julgamos as pessoas achando que na situação nós é quem estamos certos, quando na realidade a situação é totalmente o contrario. Que não nos entreguemos a julgamentos, pois imperfeitos somos também.

É Estranho, Não Parece?
Não é estranho como uma nota de R$ 100,00 "pareça" tão grande quando a levamos como oferta para Deus, mas tão pequena quando a levamos às lojas?
Não é estranho quão longa parece uma hora quando servimos a Deus, mas quão rápido parece quando uma equipe joga vôlei por 60 minutos?
Não parece estranho que longas parecem ser duas horas quando estamos ouvindo a Palavra de Deus, mas quão curtas são quando estamos vendo um filme?
Não parece estranho que não conseguimos pensar em algo a dizer quando oramos, mas não temos nenhuma dificuldade em pensar coisas sobre o que conversar com um amigo?
Não parece estranho o quanto nos emocionamos quando o futebol estende até pênaltis, mas nos queixamos quando um sermão é mais longo que o usual?
Não parece estranho quão difícil é ler um capítulo da Bíblia, mas quão fácil é ler 100 páginas de uma revista semanal?
Não parece estranho como as pessoas desejam os assentos da frente em qualquer jogo ou concerto, mas até se esforçam para conseguir os assentos de trás nas reuniões da igreja?
Não parece estranho que necessitemos de 2 ou 3 semanas de antecedência para incluir uma programação da igreja em nossa agenda, mas podemos ajustar nossa agenda para outros eventos no último momento?
Não parece estranho quão difícil é aprender uma verdade simples do evangelho para compartilhá-la com outros, mas quão fácil é para as mesmas pessoas entender e repetir uma piada?
Não parece estranho como acreditamos no que dizem as revistas e jornais, mas questionamos o que diz a Bíblia?
Não parece estranho que todos queiram ir ao céu, desde que não tenham que crer, ou pensar, ou dizer, ou fazer alguma coisa?
Não parece estranho como podemos enviar milhares de piadas por correio eletrônico, que se espalham como fogo em pólvora, mas quando começamos a enviar mensagens acerca de Deus, as pessoas pensam duas vezes antes de mandá-las para os outros?
É Estranho, Não Parece?

Uma Nova Chance
Havia um homem muito rico, possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados a seu serviço.Tinha ele um único filho, um único herdeiro, que ao contrário do pai não gostava de trabalho nem de compromissos. O que ele mais gostava era fazer festas e estar com seus amigos e de ser bajulado por eles. Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois o abandonariam. Os insistentes conselhos do pai lhe retiniam os ouvidos e ele logo se ausentava sem dar o mínimo de atenção. Um dia o velho pai, já avançado na idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e dentro dele, ele mesmo fez uma forca, e junto a ela uma placa com os dizeres: Para você nunca mais desprezar as palavras de seu pai. Mais tarde chamou o filho e o levou até o celeiro e disse:- Meu filho, eu já estou velho e quando eu partir, você tomará conta de tudo o que é meu, e sei qual será o seu futuro. Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo dinheiro com seus amigos, irá vender os animais, e os bens, para se sustentar, e quando não tiver mais dinheiro, seus amigos vão se afastar de você. E quando você não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvidos. É por isso que eu construí esta forca, sim, ela é para você. Quero que você me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela.
- O jovem riu, achou absurdo mas para não contrariar o pai prometeu, pensou que jamais isso pudesse ocorrer. O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade. Desesperado e aflito, começou a refletir sobre a sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do pai e começou a chorar e dizer: - Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos, mas agora é tarde, é tarde demais! Pesaroso, o jovem levantou os olhos e longe avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava. A passos lentos se dirigiu até lá entrando viu a forca e a placa empoeirada e disse: - Eu nunca segui as palavras do meu pai, não pude alegrá-lo quando estava vivo, mas pelo menos desta vez vou fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me resta mais nada.
Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço, e disse: - Ah, se eu tivesse uma nova chance.- Então pulou, sentiu por um instante a corda apertar sua garganta. Mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente. O rapaz caiu no chão, e sobre ele caiam jóias, esmeraldas, pérolas e diamantes. A forca estava cheia de pedras preciosas, e um bilhete que dizia: Essa e a sua nova chance, eu te amo muito.
Seu pai.
Assim é o evangelho que aprendemos, um evangelho de oportunidades, novas chances. Nosso Pai Celestial deseja que saibamos caminhar com nossas próprias pernas, tomando decisões sábias, mesmo em momentos de dificuldades. Sejamos pois valentes e honestos conosco.

A Vaquinha
Um Mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo quando avistou ao longe um sitio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita. Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos. Chegando, constatou a pobreza do lugar, sem calçamento, casa de madeira, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas. Então se aproximou do senhor, aparentemente o pai daquela família, e perguntou: -Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?
E o senhor calmamente respondeu: -Meu amigo, nos temos uma vaquinha que nos da vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e a outra parte nos produzimos queijo, coalhada, etc. para o nosso consumo e assim vamos sobrevivendo.
O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou: -Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a, jogue-a lá em baixo.
O jovem arregalou os olhos, espantado e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem. Assim empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer. Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos e um belo dia ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo aquela família, pedir perdão e ajuda-los. Assim fez, e quando se aproximava do local avistou um sitio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver. Apertou o passo e chegando lá, logo foi recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava ha uns quatro anos e o caseiro respondeu: -Continuam morando aqui.
Espantado ele entrou correndo na casa e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha): -Como o senhor melhorou este sitio e está muito bem de vida?
E o senhor entusiasmado, respondeu: -Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Dai em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades, que nem sabíamos que tínhamos. Assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora.
Ponto de Reflexão - Todos nos temos uma vaquinha que nos da alguma coisa básica para sobrevivência e uma convivência com a rotina. Descubra qual e a sua. Aproveite esse novo ano e a proximidade do final do milênio para empurrar sua "vaquinha" morro abaixo.

Escolhas
Mauro era um tipo de pessoa que você iria adorar. Ele sempre estava de alto astral e sempre tinha algo positivo para dizer. Quando alguém lhe perguntava "Como vai você?", ele respondia: "Melhor que isso, só dois disso!". Ele era o único gerente de uma cadeia de restaurantes a quem todos os garçons seguiam o exemplo. A razão disso era as atitudes de Mauro; ele era naturalmente motivador. Se algum empregado estivesse tendo um mau dia, Mauro prontamente estava lá, contando ao empregado como olhar pelo lado positivo da situação. Observava seu estilo que, realmente, me deixava curioso. Então um dia eu perguntei ao Mauro:- Eu não acredito!! Você não pode ser uma pessoa positiva o tempo todo...? Como você consegue? E ele respondeu: Toda manhã eu acordo e digo a mim mesmo: - Mauro você tem duas escolhas hoje: escolher estar de alto astral ou escolher estar de baixo astral... Então eu escolho estar de alto astral. A todo momento acontece alguma coisa desagradável; eu posso escolher ser vítima da situação ou posso escolher aprender algo com isso. Eu escolho aprender algo com isso! Todo momento alguém vem reclamar da vida comigo; eu posso escolher aceitar a reclamação ou posso escolher apontar o lado positivo da vida para a pessoa. escolho apontar o lado positivo da vida. Então argumentei: - Tá certo! Mas não é tão fácil assim! - É fácil sim, disse Mauro. A vida consiste em escolhas. Quando você tira todos os detalhes e enxuga a situação, o que sobra são escolhas, decisões a serem tomadas. Você escolhe como reagir as situações. Você escolhe como as pessoas irão afetar o seu astral. Você escolhe estar feliz ou triste, calmo ou nervoso... Em suma: escolhe como você vive sua vida! Refleti no que Mauro disse. Algum tempo depois eu deixei o restaurante para abrir meu próprio negócio. Perdemos contato mas freqüentemente eu pensava nele quando eu tomava a decisão de viver ao invés de ficar reagindo às coisas. Alguns anos mais tarde, eu ouvi dizer que Mauro havia feito algo que nunca se deve fazer quando se trata de restaurantes: ele deixou aporta dos fundos aberta e, conseqüentemente, foi rendido por 3 assaltantes armados. Enquanto ele tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo de nervoso, errou a combinação do cofre. Os ladrões entraram em pânico, atiraram nele e fugiram. Por sorte, Mauro foi encontrado relativamente rápido e foi levado as pressas ao pronto-socorro local. Depois de 18h de cirurgia e algumas semanas de tratamento intensivo, Mauro foi liberado do hospital com alguns fragmentos de balas ainda em seu corpo. Encontrei com Mauro seis meses depois do acidente e perguntei: - Como vai você? E ele respondeu: - Melhor que isso, só dois disso! Quer ver minhas cicatrizes? Enquanto eu olhava as cicatrizes perguntei o que passou pela mente dele quando os ladrões invadiram o restaurante.
- A primeira coisa que veio a minha cabeça foi que eu deveria ter trancado a porta dos fundos. Então depois, quando eu estava baleado no chão, lembrei que eu tinha duas escolhas: eu podia escolher viver ou podia escolher morrer. Eu escolhi viver. - Então perguntei: Você não ficou com medo? Não perdeu os sentidos? Mauro continuou: - Os paramédicos eram ótimos. Ficaram o tempo todo me dizendo que tudo ia dar certo, que tudo ia ficar bem. Mas, quando eles me levaram de maca para a sala de emergência e eu vi as expressões no rosto dos médicos e enfermeiras, eu fiquei com medo. Nos seus olhos eu lia: "Ele é um homem morto". Eu sabia que tinha que fazer alguma coisa. - O que você fez? Perguntei. - Bem, havia uma enfermeira grande e forte me fazendo perguntas... Ela perguntou se eu era alérgico a alguma coisa... "Sim", eu respondi. Os médicos e enfermeiras pararam imediatamente esperando por minha resposta. Eu respirei fundo e respondi: "Balas!" Enquanto eles riam eu disse: Eu estou escolhendo viver. Me operem como se estivesse vivo, não morto. Mauro sobreviveu graças a experiência e habilidade dos médicos, mas também por causa de sua atitude espetacular. Eu aprendi com ele que todos os dias temos que escolher viver a vida em sua plenitude, viver por completo. Atitude, entretanto, é tudo.

As 3 Peneiras
Um rapaz procurou Sócrates e lhe disse que precisava contar algo sobre alguém. Sócrates, então, tirou os olhos de um livro que lia e perguntou: -O que você vai me contar já passou pelas três peneiras? -Três peneiras? -Sim. A primeira é a verdade. O que você quer contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido falar, a coisa deve morrer por ai mesmo. Suponhamos que seja verdade. Deve passar então pela segunda peneira:a bondade. O que vai contar é coisa boa? Ajuda construir ou destruir o caminho ou a fama do próximo? Se o que você deseja contar é verdade, é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira:a necessidade. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode ajudar o planeta?
E arremata Sócrates: -Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, você e seu irmão temos nos beneficiar. Caso contrario, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos e colegas de planeta. Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz.

Pregos na Cerca
Uma vez havia um garoto que tinha um temperamento muito difícil. O pai desse garoto lhe deu um saco com pregos e disse que, toda vez que ele perdesse sua paciência, ele deveria martelar um prego atrás da cerca.
No primeiro dia o garoto enfiou 37 pregos na cerca. Em algumas semanas, conforme ia aprendendo a controlar seu temperamento, o numero de pregos martelados por dia foi reduzindo gradativamente. Ele descobriu que era mais fácil controlar seu temperamento do que martelar todos aqueles pregos na cerca...
Finalmente chegou o dia em que o garoto não perdeu a paciência. Então,ele contou ao seu pai e este sugeriu que ele retirasse um prego por cada dia que ele conseguisse controlar sua irritação. Finalmente chegou o dia em que o garoto havia retirado todos os pregos da cerca. Então, seu pai segurou sua mão e levou-o até a cerca.
Seu pai disse:
"Você foi muito bem meu filho, mas olhe os buracos na cerca. A cerca jamais será a mesma. Quando você diz coisas com raiva, tais coisas deixam cicatrizes exatamente como estas. Você pode enfiar uma faca em um homem e retirar. Não vai importar quantas vezes você peca desculpa, o buraco vai estar lá do mesmo jeito. Um ferimento verbal é tão ruim quanto um físico. Amigos são jóias muitíssimo raras. Eles fazem você sorrir e lhe dão apoio para que você tenha sucesso. Ele emprestam um ouvido, eles lhe elogiam e têm o coração sempre aberto para você."

Se eu tivesse minha vida para viver novamente (Erma Bombeck)
Eu teria falado menos e ouvido mais. Eu teria convidado amigos para o jantar mesmo que o carpete estivesse sujo e o sofá desbotado.
Eu teria comido pipoca na sala de estar e me preocupado menos com a sujeira quando alguém pensasse em acender a lareira.
Eu teria tirado um tempo para ouvir meu avô contar-me sobre sua juventude.
Eu jamais insistiria para que as janelas do carro ficassem levantadas no verão, por causa do meu cabelo, que havia acabado de ser arrumado.
Eu teria acendido a vela cor-de-rosa, em forma de rosa, antes dela se desmanchar.
Eu teria me sentado no chão com meus filhos, sem me preocupar em me sujar.
Eu teria chorado menos assistindo televisão e vivendo mais a minha vida.
Eu teria ido para cama quando estivesse doente, ao invés de agir como se o mundo fosse acabar, caso eu não saísse aquele dia.
Ao invés de ficar desejando durante os nove meses de gravidez, eu aproveitaria cada momento, pensando como a sementinha que se desenvolvia dentro de mim, era um milagre de Deus.
Quando os meus filhos me beijassem compulsivamente, eu jamais diria, "Mais tarde. Agora vamos lavar as mãos para jantar".
Haveria mais "Te amo"...mais "Me desculpe"......mas principalmente, tendo uma segunda chance de vida, eu iria juntar cada minuto... olhar e realmente vê-lo...vivê-lo...e nunca desperdiçá-lo.
Em homenagem ao mês de historia da mulher e em memória de Erma Bombeck que perdeu na luta contra o câncer.

Aos amigos, para refletir...

Hoje, ao atender ao telefone que insistentemente exigia atenção, o meu mundo desabou. Entre soluços e lamentos, a voz do outro lado da linha me Informava que o meu melhor amigo, meu companheiro de jornada, meu ombro camarada, havia sofrido um grave acidente, vindo a falecer quase que instantaneamente.
Lembro de ter desligado o telefone, e caminhado a passos lentos para meu quarto, meu refúgio particular.
As imagens de minha juventude vieram quase que instantaneamente à mente.
Como eram fáceis de surgir naquela época. Lembrei da formatura, de um novo horizonte surgindo, das lágrimas e despedidas, e principalmente, das promessas de novos encontros.
Lembro perfeitamente de cada feição do melhor amigo que já tive em toda a vida: em seus olhos a promessa de que eu nunca seria esquecido. E realmente, nunca fui.
Perdi a conta das vezes em que ele carinhosamente me ligava quando eu estava no fundo do poço. Ou das mensagens que nunca respondi - que ele constantemente me enviava, enchendo minha caixa postal eletrônica de esperanças e promessas de um futuro melhor.
Lembro que foi o seu rosto preocupado que vi quando acordei de minha cirurgia para retirada do apêndice.
Lembro que foi em seu ombro que chorei a perda de meu amado pai.
Foi em seu ouvido que derramei as lamentações do noivado desfeito.
Apesar do esforço para vasculhar minha mente, não consegui me lembrar de uma só vez em que tenha pego o telefone para ligar e dizer a ele o quanto era importante para mim contar com a sua amizade.
Afinal, eu era um homem muito ocupado. Eu não tinha tempo.
Não lembro de uma só vez em que me preocupei de procurar um texto edificante e enviar para ele, ou qualquer outro amigo, com o intuito de tornar o seu dia melhor. Eu não tinha tempo.
Não lembro de ter feito qualquer tipo de surpresa, como aparecer de repente e com um coração aberto disposto a ouvir. Eu não tinha tempo.
Não lembro de qualquer dia em que eu estivesse disposto a ouvir os seus problemas. Eu não tinha tempo.
Acho que eu nunca sequer imaginei que ele tinha problemas. Não me dignei a reparar que constantemente meu bebida. Achava divertido o seu jeito bêbado de ser. Afinal, bêbado ou não ele era uma ótima companhia para mim.
Só agora vejo com clareza o meu egoísmo. Talvez - e este talvez vai me acompanhar eternamente - se eu tivesse saído de meu pedestal egocêntrico e prestado um pouco de atenção e despendido um pouquinho do meu sagrado tempo, meu grande amigo não teria bebido até não agüentar mais e não teria jogado sua vida fora ao perder o controle de um carro que com certeza, não tinha a mínima condição de dirigir. Talvez, ele, que sempre inundou o meu mundo com sua iluminada presença, estivesse se sentindo sozinho. Até mesmo as mensagens engraçadas que ele constantemente deixava em minha secretária eletrônica, poderiam ser seu jeito de pedir ajuda. Aquelas mesmas mensagens que simplesmente apaguei da secretária eletrônica, jamais se apagarão da minha consciência.
Estas indagações que inundam agora o meu ser nunca mais terão resposta.
A minha falta de tempo me impediu de respondê-las.
Agora, lentamente escolho uma roupa preta - digna do meu estado de espírito e pego o telefone. Aviso o meu chefe de que não irei trabalhar hoje e quem sabe nem amanhã, nem depois, pois irei tirar o dia para homenagear com meu pranto a uma das pessoas que mais amei nesta vida.
Ao desligar o telefone, com surpresa eu vejo, entre lágrimas e remorsos, de que para isto, para acompanhar durante um dia inteiro o seu corpo sem vida, eu tive tempo!
PS: Já faz muitos anos que escrevi este desabafo no diário de minha vida.
Em parte para aliviar a dor que açoitava minha alma.
Hoje estou casado, tenho dois filhos e todo o tempo do mundo. Descobri que se você não toma as rédeas da tua vida, o tempo te engole e te escraviza.
Trabalho com o mesmo afinco de sempre, mas somente sou "o profissional" durante o expediente normal. Fora dele, sou um ser humano. Nunca mais uma mensagem da minha secretária eletrônica ficou sem pelo menos um "oi" de retorno.
Procuro constantemente encher a caixa eletrônica dos meus amigos com mensagens de amizade e dias melhores.
Escrevo cartões de aniversário e de natal, sempre lembrando às pessoas de como elas são importantes para mim.
Abraço constantemente meus irmãos e minha família, pois os laços que nos unem são eternos.
Acompanhei cada dentinho que nasceu na boquinha de meus filhos, o primeiro passo, o primeiro sorriso, a primeira palavra.
São momentos inesquecíveis. Procuro sempre "fugir" com minha esposa e voltar aos tempos em que éramos namorados e prometíamos desbravar o mundo.
Esses momentos costumam desaparecer com o tempo, e todo o cuidado é pouco.
É preciso cultivar o relacionamento como uma frágil flor que requer cuidados constantes, mas que te brinda com sua beleza inenarrável.
Nunca mais deixei um amigo sem uma palavra de conforto; ou um inimigo sem uma oração.
Distribuo sorrisos e abraços a todos que me rodeiam - afinal, para que guardá-los?
Pelo menos uma vez por mês, levo minha família à praia, a nossa praia meu amigo querido, a mesma praia onde tantas vezes me levaste para recuperar minha energia. Nós a chamávamos de nossa bateria natural.
Eu e meus filhos, então, lançamos flores ao mar - rosas amarelas, suas preferidas, e explico à eles que estou mandando o meu amor a uma pessoa muito especial. Explico a eles que esta pessoa foi para o céu e virou um anjinho, mas que era um anjinho muito sapeca, e sempre fugia para esta praia, para sentir o aroma destas flores que deixamos com tanto amor e saudade.
Sempre que volto para casa, após este nosso encontro, meu amigo, volto recarregado de energia e de amor. Mas, principalmente, carrego a certeza de que sempre terei tempo para o amor e suas formas mais variadas.
E, sabe de uma coisa, meu amigo eterno: eu sou muito, muito mais feliz!!

Precisa-se (Isac Liberman)
De pessoas que tenham os pés na terra e a cabeça nas estrelas.
Capazes de sonhar, sem medo de seus sonhos.
Tão idealistas que transformem seus sonhos em metas.
Pessoas tão práticas que sejam capazes de tornar suas metas realidade.
Pessoas determinadas que nunca abram mão de construir seus destinos e arquitetar suas vidas.
Que não temam mudanças e saibam tirar proveito delas.
Que tornem seu trabalho objeto de prazer e uma porção substancial de realização pessoal.
Que percebam, na visão e na missão de suas empresas, um forte impulso para sua própria motivação.
Pessoas com dignidade, que se conduzam com coerência em seus discursos, seus atos, suas crenças e seus valores.
Precisa-se de pessoas que questionem, não pela simples contestação, mas pela necessidade íntima de só aplicar as melhores idéias.
Pessoas que mostrem sua face serena de parceiros legais.
Sem se mostrar superiores nem inferiores. Mas... iguais.
Precisa-se de pessoas ávidas por aprender e que se orgulhem de absorver o novo.
Pessoas com coragem para abrir caminhos.
Enfrentar desafios, criar soluções, correr riscos calculados.
Sem medo de errar.
Precisa-se de pessoas que construam suas equipes e se integrem nelas.
Que não tomem para si o poder, mas saibam compartilhá-lo.
Pessoas que não se empolguem com seu próprio brilho, mas com o brilho do resultado alcançado em conjunto.
Precisa-se de pessoas que enxerguem as árvores, mas que também prestem atenção na magia da floresta
Que tenham a percepção do todo e da parte.
Seres humanos justos, que inspirem confiança e demonstrem confiança nos parceiros Estimulando-os, energizando-os, sem receio que lhe façam sombra e sim orgulhando-se deles.
Precisa-se de pessoas que criem em torno de si um ambiente de entusiasmo de liberdade, de responsabilidade, de determinação, de respeito e de amizade.
Precisa-se de seres racionais.
Tão racionais que compreendam que sua realização pessoal está atrelada à vazão de suas emoções.
É na emoção que encontramos a razão de viver.
Precisa-se de gente que saiba administrar coisas e liderar pessoas.
Precisa-se urgentemente de um novo ser.

A gaiola vazia
Um dia, um homem chamado George Thomas, um bispo de uma pequena cidade nos Estados Unidos, chegou na igreja na parte da manhã, trazendo na mão uma gaiola vazia e colocou-a em cima do púlpito. Muitas pessoas ficaram curiosas e ele começou a falar....
Eu estava andando na rua ontem quando eu vi um rapaz que vinha em minha direção. Ele estava balançando esta gaiola e nela havia três pássaros pequenos que estavam tremendo de frio e medo. Eu perguntei ao rapaz:
O que você tem aí?
Só alguns pássaros velhos.
O que vai fazer com eles?
Vou levá-los para casa e vou brincar com eles. Eu vou amolá-los e vou arrancar suas penas, eu vou ter um bom passatempo com eles.
Mais você vai cansar deles cedo ou tarde. O que vai fazer com ele depois?
Tenho alguns gatos e eles gostam de pássaros. Vou dá-los a eles.
O bispo fez silêncio por um momento e perguntou: quanto quer pelos pássaros?
O que???? O senhor quer esses pássaros? Eles são somente pássaros velhos que não cantam e não são bonitos.
Quanto? O bispo perguntou. O rapaz pensou que o bispo estava louco e falou:
Dez dólares. O bispo retirou dez dólares do bolso e colocou na mão do rapaz. Rapidamente o rapaz saiu.
Em seguida o bispo levou a gaiola e encontrou um lindo lugar. Ele abriu a porta e soltou todos os pássaros. Isto explica porque ele teve a gaiola no púlpito, e então o bispo começou a contar a história...
Um dia Satanás e Jesus estavam tendo um diálogo. Satanás havia voltado do Jardim do Éden, olhando com satisfação:
Sim, Senhor. Eu capturei o mundo enchendo-o completamente de pessoas lá em baixo. Coloquei algumas armadilhas, usei iscas e eu sabia que eles não poderiam resistir. Capturei todos eles.
O que vai fazer com eles? Perguntou Jesus Cristo.
Eu vou ter uma grande diversão com eles. Vou ensinar como casar-se e divorciar-se. Como abusar-se mutuamente. Como inventar armas e bombas e matarem-se mutuamente. Eu realmente vou ter divertimento.
E o que você vai fazer quando se cansar dessas coisas?
Vou matá-los e condená-los.
Jesus então perguntou: quanto você quer por eles?
E Satanás respondeu: você não quer essas pessoas. Elas não são boas e se ajudá-los vão detestá-lo. Eles vão cuspir em você, maldizer-te e matá-lo.
Você não vai querê-los.
Quanto? Perguntou Jesus.
Satanás olhou para Jesus e zombou dele: eu quero todas as suas lágrimas e todo o seu sangue.

"Jesus pagou o preço. Ele levou a gaiola e nos abriu a porta."

Que possamos fazer com que o sacrifício que Cristo fez por nós realmente possa ser válido, e que busquemos levar uma vida de retidão para dessa maneira expressarmos um pouco da gratidão que sentimos pelo seu sofrimento pelos nossos pecados.

A importância de ser você mesmo!
"Certo dia, um guerreiro muito orgulhoso, veio ver seu Mestre. Embora fosse muito famoso, ao olhar o Mestre, sua beleza e o encanto daquele momento, o guerreiro sentiu-se repentinamente inferior.
Ele então disse ao Mestre:
- "Pôr que estou me sentindo inferior? Apenas um momento atrás, tudo estava bem.
Quando aqui entrei, subitamente me senti inferior e jamais me sentira assim antes.
Encarei a morte muitas vezes, mas nunca experimentei medo algum. Pôr que estou me sentindo assustado agora?"
O Mestre falou: - "Espere. Quando todos tiverem partido, responderei."
Durante todo o dia, pessoas chegavam para ver o Mestre, e o guerreiro estava ficando mais e mais cansado de esperar. Ao anoitecer, quando o quarto estava vazio, o guerreiro perguntou novamente:
- "Agora você pode me responder pôr que me sinto inferior?"
O Mestre o levou para fora. Era um noite de lua cheia e a lua estava justamente surgindo no horizonte. Ele disse:
- "Olhe para estas duas árvores: a árvore alta e a árvore pequena ao seu lado. Ambas estiveram juntas ao lado de minha janela durante anos e nunca. Houve problema algum. A árvore menor jamais disse à maior: " Pôr que me sinto inferior diante de você? " Esta árvore é pequena e aquela é grande - este é o fato, e nunca ouvi sussurro algum sobre isso."
O guerreiro então argumentou: - "Isto se dá porque elas não podem se comparar."
E o Mestre replicou: Então não precisa me perguntar. Você sabe a resposta. Quando você não compara, toda a inferioridade e superioridade desaparecem. Você é o que é e simplesmente existe. Um pequeno arbusto ou uma grande e alta árvore, não importa, você é você mesmo.
Uma folhinha da relva é tão necessária quanto a maior das estrelas.
Simplesmente olhe à sua volta. Tudo é necessário e tudo se encaixa.
É uma unidade orgânica: ninguém é mais alto ou mais baixo, ninguém é superior ou inferior. Cada um é incomparavelmente único. Você é necessário e basta.
Na natureza, tamanho não é diferença. Tudo é expressão igual de vida.

A árvore dos problemas
Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.
O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil. O pneu da seu carro furou, fazendo com que ele deixasse de ganhar uma hora de trabalho; a sua serra elétrica quebrou; e aí ele cortou o dedo; e finalmente, no final do dia, o seu carro não funcionou.
O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa, e perante o caminho, o carpinteiro não falou nada. Quando chegaram a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família.
Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.
Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se.
Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa..
Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro.
Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou pôr que ele havia tocado na planta antes de entrar em casa.
- Ah! esta é a minha planta dos problemas.
Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte.
E você quer saber de uma coisa?
Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior.

textos do site: www.mormons.com.br

Gratidão
O homem pôr detrás do balcão olhava a rua de forma distraída.
Uma garotinha se aproximou da loja e amassou o narizinho contra o vidro da vitrine.
Os olhos da cor do céu, brilhavam quando viu um determinado objeto.
Entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesa azul.
- É para minha irmã. Pode fazer um pacote bem bonito?, diz ela.
O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou:
- Quanto de dinheiro você tem?
Sem hesitar, ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazer os nós.
Colocou-o sobre o balcão e feliz, disse:
- Isso dá?
Eram apenas algumas moedas que ela exibia orgulhosa.
- Sabe, quero dar este presente para minha irmã mais velha. Desde que morreu nossa mãe ela cuida da gente e não tem tempo para ela. É aniversário dela e tenho certeza que ficará feliz com o colar que é da cor de seus olhos.
O homem foi para o interior da loja, colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita verde.
- Tome! - disse para a garota. Leve com cuidado.
Ela saiu feliz saltitando pela rua abaixo.
Ainda não acabara o dia quando uma linda jovem de cabelos loiros e maravilhosos olhos azuis adentrou a loja. Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e indagou:
- Este colar foi comprado aqui?
- Sim senhora.
- E quanto custou?
- Ah!, falou o dono da loja. O preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o cliente.
A moça continuou:
- Mas minha irmã tinha somente algumas moedas! O colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para paga-lo!
O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e o devolveu a jovem.
- Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar. ELA DEU TUDO O QUE TINHA.
O silêncio encheu a pequena loja e duas lágrimas rolaram pela face emocionada da jovem enquanto suas mãos tomavam o pequeno embrulho.
"A verdadeira doação é dar-se pôr inteiro, sem restrições.
A gratidão de quem ama não coloca limites para os gestos de ternura.
Seja sempre grato, mas não espere pelo reconhecimento de ninguém.
A gratidão com amor não apenas aquece quem recebe, como reconforta quem oferece."

Genealogia
V. percebe que está levando genealogia muito a sério, quando:
- V. é a única pessoa que necessita de uma pá, para mostrar os resultados de suas pesquisas em cemitérios.
- Para completar e por um "ponto final" em suas pesquisas, V. pediu aos seus parentes mais próximos que façam um exame de DNA.
- V. conseguiu achar legislação que enquadra o "uso não genealógico" do xerox do seu serviço, como crime federal.
- As fundações da sua casa, estão levemente inclinadas no lado onde V. guarda as suas informações genealógicas.
- V. decide parar de fazer genealogia por duas semanas, e o departamento de correios, demite imediatamente 1500 empregados.
- V. por respeito a reputação de honestidade e integridade do seu melhor amigo, está disposto a desligar a câmara de vigilância, enquanto ele revisa a sua 57a. pesquisa genealógica. O guarda de segurança armado, no entanto, permanecerá.
- Durante uma tempestade de neve e sem luz, V. ignora os apelos de sua esposa, e põem o último cobertor ao redor da foto do querido Tio Jorge, de 1886.
- O seu mais recente documento no "arquivo dos antepassados perdidos" tem 36 páginas e é o contrato que ele fez com uma companhia de propaganda.
- O caminhão do Faustão, com ele próprio, dezenas de câmaras, TV, etc. batem à sua porta numa tarde de domingo, e a primeira coisa que V. pergunta, é se "ele é parente dos Faustão do Rio Grande do Sul"?
-Na sua lista de aspirações , "uma família amorosa" e "sucesso financeiro" mudaram-se para a segunda e a terceira aspiração, porque a primeira, continua sendo "possuir uma máquina leitora de microfilmes".
- Um gênio mágico aparece e concorda em lhe satisfazer qualquer único desejo, e V. pede
pela restauração de um livro paroquial de 1760.
V. não tem cura mesmo.....
Ari Salomão Thomaz

Alpes Italianos
Nos Alpes Italianos existia um pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho, uma vez por ano, lá ocorria uma festa para comemorar o sucesso da colheita. A tradição exigia que, nesta festa, cada morador do vilarejo trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho, para colocar dentro de um grande barril que ficava na praça central.
Entretanto, um dos moradores pensou: "Porque deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Levarei uma cheia de água, pois no meio de tanto vinho o meu não fará falta."
Assim pensou e assim fez.
No auge dos acontecimentos, como era de costume, todos se reuniram na praça, cada um com sua caneca, para pegar uma porção daquele vinho, cuja fama se estendia além das fronteiras do país. Contudo, ao abrir a torneira do barril, um silêncio tomou conta da multidão. Daquele barril saiu apenas água. Como isto aconteceu?
Acontece que todos pensaram como aquele morador:
"A ausência da minha parte não fará falta."
Nós somos muitas vezes conduzidos a pensar "Tantas pessoas existem neste mundo que se eu não fizer a minha parte isto não terá importância." O que aconteceria com o mundo se todos pensassem assim?
Todos temos um missão a cumprir, o melhor é tentar realizá-la da melhor maneira possível. Sempre amando, amparando e respeitando o próximo...

Diante de Mim
Tendo eu mesmo por testemunha e sob pena de perder o respeito por minha própria palavra, Eu me comprometo a buscar e defender qualidade de vida em tudo que faço em todos os lugares onde eu esteja. E me comprometo a estar presente aqui e agora a despeito do prazer e da dor que este momento me traz fazendo a parte que me cabe do melhor modo que eu sei; sem me queixar do mundo, nem culpar os outros por meus erros e fracassos mas antes me aceitando imperfeito, limitado e humano. E mesmo que tudo recomende o contrário, eu me comprometo a amar, a confiar e ter esperança sem quaisquer limites ou condições. E, embora eu só possa fazer pequeno, eu me comprometo a pensar grande e a me preparar com disciplina e coragem para os ideais que ainda espero e vou alcançar sabendo que tudo começa simples e singelo. De corpo, cabeça e coração, eu me comprometo a crescer muito e sempre de todos os modos possíveis; de todos os jeitos sonhados até que a vida me considere apto para a morte."

A Casa Queimada
Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria. Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano. Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada. Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas arvores e com muito esforço conseguiu construir uma casinha para ele.
Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.
Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual tamanha não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada. Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:
"Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo?
O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha.
Deus,o Senhor não tem compaixão de mim?"
Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:
"Vamos rapaz?"
Ele se virou para ver quem estava falando com ele,e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo:
"Vamos rapaz, nós viemos te buscar"
"Mas como é possível?
Como vocês souberam que eu estava aqui?"
Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro.
O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante."
Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus queridos.
Quantas vezes nossa "casa se queima" e nós gritamos como aquele homem gritou? e nós gritamos como aquele homem gritou?
Em Romanos 8:28 lemos que todas as coisa contribuem para o bem daqueles que amam a Deus.
Às vezes, é muito difícil aceitar isto, mas é assim mesmo.
É preciso crer e confiar!
(Autor desconhecido)

Há muito tempo atrás...
Uma mulher saiu de sua casa e viu três homens com longas barbas brancas sentados em frente ao quintal dela. Ela não os reconheceu, e então perguntou:
- Acho que não os conheço, mas devem estar com fome. Por favor entrem e comam algo.
- O homem da casa esta ? Perguntaram.
- Não, ela disse, está fora.
- Então não podemos entrar.
A noite quando o marido chegou, ela contou-lhe o que aconteceu.
- Vá diga que estou em casa e convide-os a entrar.
A mulher saiu e convidou-os a entrar.
- Não podemos entrar juntos. Responderam.
- Por que isto? Ela quis saber.
Um dos velhos explicou-lhe:
- Seu nome é Fartura. Ele disse apontando um dos seus amigos e mostrando o outro, falou:
- Ele é o Sucesso e eu sou o Amor.
- Agora vá e discuta com o seu marido qual de nós você quer em sua casa.
A mulher entrou e falou ao marido o que foi dito. Ele ficou arrebatado e disse:
- Que bom ! Neste caso. vamos convidar Fartura. Deixe-o vir e encher nossa casa de fartura.
A esposa discordou : - Meu querido, por que não convidamos o Sucesso?
A cunhada deles ouvia do outro canto da casa, e sugeriu:
- Não seria melhor convidar o Amor ?
- Atentamos pelo conselho da nossa cunhada. Disse o marido para a esposa.
- Vá lá fora e chame o amor para ser nosso convidado.
A mulher saiu e perguntou aos três homens:
- Qual de vocês é o amor?
Por favor entre e seja nosso convidado.
O amor levantou-se e seguiu em direção a casa.
Os outros dois levantaram-se e seguiram-no.
Surpresa a senhora perguntou-lhes:
- Apenas convidei o Amor, por que vocês entraram?
Os velhos homens responderam:
- Se você convidasse o Fartura ou o Sucesso, os outros dois esperariam aqui fora, mas se você convidar o Amor, onde ele for iremos com ele. Onde há amor, há também fartura e sucesso !!!
Nosso desejo para você:
Onde há dor, desejamos paz e perdão.
Onde ha duvidas próprias, desejamos confiança renovada em sua capacidade de lidar com elas.
Onde ha cansaço, ou exaustão, desejamos compreensão, paciência e força renovada.
Onde há medo, desejamos amor e coragem.

Lição do Mestre
O mestre zen encarregou o discípulo de cuidar do campo de arroz. No primeiro ano o discípulo vigiava para que nunca faltasse a água necessária. O arroz cresceu forte e a colheita foi boa. No segundo ano, ele teve a idéia de acrescentar um pouco de fertilizante. O arroz cresceu rápido e a colheita foi maior. No terceiro ano, ele colocou mais fertilizante. A colheita foi maior ainda, mas o arroz nasceu pequeno e sem brilho. Se continuar aumentando a quantidade de adubo, não terá nada de valor no ano que vem, disse o mestre. Você fortalece alguém quando ajuda um pouco. Mas você enfraquece alguém, se ajuda muito.

Dia dos Namorados
O pequeno Chad era um garotinho tímido e calado.
Um dia, chegando da escola, disse à mãe que queria fazer um cartão de dia dos namorados para todos os seus colegas da sala.
Ela sentiu um aperto no coração, pensando:
"Espero que ele não faça isso!", pois vinha observando as crianças quando voltavam da escola. Todas vinham em grupos, brincando e conversando umas com as outras, mas Chad nunca era incluído.
Ainda assim, resolveu apoiar o filho e comprou cartolina, lápis de cor, cola.
Noite após noite, Chad se dedicou a preparar 35 cartões.
Quando chegou o dia dos namorados, Chad não cabia em si de excitação.
Envelopou cuidadosamente os 35 cartões e pôs na mochila.
A mãe passou a manhã fazendo os biscoitos preferidos de Chad para servir quando ele chegasse da escola, pois sabia que ficaria muito decepcionado e o lanche poderia aliviar a tristeza.
Sofria ao pensar que ele não ganharia muitos cartões - talvez nenhum.
À tarde, pôs os biscoitos na mesa e, quando ouviu vozes de crianças, olhou pela janela.
Como sempre, vinham em grupos, rindo e conversando.
E, como sempre, Chad vinha sozinho atrás.
Ela andava um pouco mais depressa que o normal.
Ela estava preparada para vê-lo cair no choro, tão logo abrisse a porta.
Não vinha carregando nada e, quando a porta se abriu, ela engoliu as lágrimas que quase a sufocavam.
-Mamãe fez biscoitinho para você! - ela disse.
Mas ele mal ouviu. Simplesmente entrou em casa os olhos brilhando e dizendo:
-Ninguém! Ninguém!!!!
Ela sentiu o coração parar. E ele prosseguiu:
-Não esqueci ninguém, mãe! Ninguém!!!!

O Som da Floresta
Há muitos anos, em um reino longínquo, um rei, pressentindo que estava chegando ao fim de seus dias, ponderou que a melhor maneira de preparar o seu filho para substituí-lo seria enviando-o para permanecer por algum tempo em companhia de um grande sábio, que morava em um templo distante, situado na fronteira de uma densa floresta. Era seu desejo que o sábio ensinasse ao príncipe as regras de um grande dirigente, transmitindo-lhe toda a sabedoria necessária para isso. Quando o príncipe chegou ao templo, com a incumbência de permanecer com o mestre, este respondeu que, como parte de sua formação, ele deveria ir para a floresta, aí permanecendo por um ano, ouvindo todos os sons da floresta e retornando a seguir.
Embora chateado, pois não era isto o que esperava, o príncipe foi para a floresta, voltando ao templo após o prazo estipulado. A encontrar com o sábio, este solicitou ao jovem para descrever todos os sons que tinha ouvido. "Mestre", respondeu o príncipe, "eu ouvi o canto dos pássaros, o ruído das folhas balançando ao vento, o zumbido das abelhas, o som do riacho correndo no seu leito, o estrondo dos trovões...", descrevendo com pormenores todos os sons que tinha registrado.
Quando o príncipe terminou o seu relato, o mestre disse-lhe para ir novamente para floresta e ouvir tudo mais que ele poderia ter ouvido. O jovem mostrou-se perplexo e surpreso. Não teria ele ouvido todos os sons possíveis daquela floresta?
Durante muitos dias e noites, permaneceu o príncipe sozinho na floresta, meditando e buscando por novos sons que eventualmente lhe teriam passado despercebidos. Mas nada de novo era registrado, a não ser o que ele já havia escutado.
Então, numa certa manhã, quando o príncipe estava sentado silenciosamente à sombra de uma árvore, começou a discernir sons muito leves, diferentes de tudo que ele tinha ouvido anteriormente, Quanto mais atenção prestava, mais claros os sons se tornavam. Um sentimento de grande alegria envolveu o jovem. "Estes devem ser os sons que o mestre desejava que eu discernisse", refletiu.
Quando o príncipe voltou ao templo, o mestre perguntou-lhe sobre o que mais ele tinha ouvido. "Sábio", respondeu o príncipe com reverência, "quando eu estava na floresta pude escutar o inaudível - o som da flores se abrindo, o som do sol esquentando a terra, o som do orvalho se formando." O mestre balançou a cabeça com aprovação. "Ouvir o inaudível", lembrou ele, "é disciplina necessária para todo grande líder, pois somente quando o líder é capaz de ouvir o coração das pessoas, escutar os sentimentos não-comunicados, as dores não-expressas, as queixa não-ditas, pode ele ter esperança de inspirar confiança no seu povo, compreender quando algo está errado, satisfazer as necessidades verdadeiras de seus subordinados."
*Com certeza essa história não é só para líderes, mas para todos que desejam viver melhor com os outros.

Quem sou eu?
Eu sou seu companheiro constante.
Eu sou seu maior ajudante ou sua carga mais pesada.
Eu empurrarei você adiante ou arrastarei para o fracasso.
Eu estou completamente sob o seu comando.
Metade das coisas que você faz, você poderia somente designar a mim
E eu seria capaz de fazê-las rápida e corretamente.
Eu sou facilmente conduzido; você só precisa ser firme comigo.
Mostre me exatamente como você quer que algo seja feito,
E depois de poucas lições eu o farei automaticamente.
Eu sou o servo de todos os grandes homens
E, também, de todos os fracassados.
Aqueles que são grandes, eu os tenho feito grandes.
Aqueles que são fracassados, eu os tenho feito fracassados.
Eu não sou uma máquina, embora trabalhe com
Toda a precisão de uma máquina
Mais a inteligência de um homem.
Você pode conduzir-me para o proveito ou conduzir-me para a ruína,
Para mim não faz diferença.
Me guie, me treine, seja firme comigo
E eu colocarei o mundo aos seus pés.
Seja flexível comigo, e eu destruirei você.
Quem eu sou?
Eu sou o Hábito.
(autor desconhecido)

Kit de Sobrevivência para o dia-a-dia:
VARA DE PESCAR - para lembrarmo-nos de pescar as boas qualidades dos outros.
ELÁSTICO - para lembrarmo-nos de ser flexíveis; as coisas nem sempre do jeito que queremos, mas no final dão certo.
BAND-AID - para lembrarmo-nos de curar sentimentos magoados, nossos ou dos outros.
LÁPIS - para lembrarmo-nos de escrever as bençãos e favores que recebemos todos os dias.
APAGADOR - para lembrarmo-nos que todos nós erramos e tudo bem, apague tudo.
CHICLETES - para lembrarmo-nos de que se nos "esticarmos" podemos realizar qualquer coisa.
COFRE - para lembrarmo-nos de que valemos uma fortuna para nossas famílias e amigos.
BATOM - para lembrarmo-nos de que todos precisamos de um beijo e um abraço diariamente.
SAQUINHO DE CHÁ - para lembrarmo-nos de relaxar diariamente e repassarmos nossas lista de bênçãos.

O Bem mais precioso.
Há muitos e muitos anos, um rapaz e uma moça se apaixonaram e resolveram se casar. Quase não tinham dinheiro, mas não ligavam para isso. A confiança mútua gerava a fé num belo futuro, desde que tivessem um ao outro. Assim, marcaram a data para se unir em corpo e alma. Antes do casamento, a moça fez um pedido ao noivo: - Não posso nem imaginar que um dia a gente possa se separar. Mas pode ser que com o tempo a gente se canse um do outro, ou que você se aborreça e me mande de volta a meus pais. Prometa que, se algum dia isso acontecer, me deixará levar comigo o bem mais precioso que eu tiver então. O noivo riu, achando uma bobagem o que ela dizia, mas a moça não ficou satisfeita enquanto ele não fez a promessa por escrito e devidamente assinada. Casaram-se. Decididos a melhorar de vida, trabalharam arduamente e foram recompensados. Cada novo sucesso os fazia mais determinados a sair da pobreza, e trabalhavam ainda mais. O tempo passou e o casal prosperou. Conquistaram uma situação estável, cada vez mais confortável, e finalmente ficaram ricos. Mudaram-se para uma ampla casa, fizeram novos amigos e se cercaram dos prazeres da riqueza. Mas dedicados em tempo integral à prosperidade financeira, aprenderam a pensar mais nas coisas do que um no outro. Discutiam sobre o que comprar, quanto gastar, como aumentar o patrimônio. Certo dia, enquanto preparavam uma festa para amigos importantes, discutiram sobre uma bobagem qualquer - o sabor do molho, os lugares à mesa, ou coisa assim. Começaram a levantar a voz, a gritar, e chegaram às inevitáveis acusações. - Você não liga para mim! - gritou o marido. - Só pensa em você, em roupas e jóias. Pegue o que achar mais precioso, como prometi, e volte para a casa dos seus pais. Não há motivo para continuarmos juntos. A mulher empalideceu e encarou-o com um olhar magoado, como se acabasse de descobrir uma coisa insuspeitada. - Muito bem - disse ela baixinho - quero mesmo ir embora. Mas devemos ficar juntos esta noite e receber nossos amigos, para salvar as aparências. A noite chegou. Começou a festa, com todo o luxo e fartura que a riqueza permitia. Alta madrugada, os convidados se retiraram e o marido adormeceu. Ela então fez com que o levassem à casa dos pais dela e o pusessem na cama. Quando ele acordou na manhã seguinte, não entendeu o que tinha acontecido. Não sabia onde estava e, quando sentou-se na cama para olhar em volta , a mulher acercou-se da cama. - Querido marido - disse ela - você prometeu que se algum dia me mandasse embora eu poderia levar o bem mais precioso que tivesse no momento. Você é o que tenho de mais precioso. Quero você mais do que tudo na vida, e só a morte poderá nos separar. Nesse momento, ele viu o quanto ambos tinham sido egoístas. Tomou a esposa nos braços e beijaram-se ternamente. No mesmo dia voltaram para casa, mais apaixonados do que nunca. Extraído de: O Livro das Virtudes II - O Compasso Moral. William J. Bennet - Editora Nova Fronteira

O Orientador
Num dia lindo e ensolarado o coelho saiu da toca com o notebook e pôs-se a trabalhar, bem concentrado. Pouco depois, passou por ali a raposa e viu aquele suculento coelhinho, tão distraído, que chegou a salivar. No entanto, ela ficou intrigada com a atividade do coelho e aproximou-se curiosa: Coelhinho, o que você está fazendo aí tão concentrado? Estou redigindo a minha tese de doutorado, disse o coelho sem tirar os olhos do computador. Hum... e qual é o tema da sua tese? É uma teoria provando que os coelhos são verdadeiros predadores naturais das raposas.
A raposa ficou indignada: Ora, isso é ridículo. Nós, as raposas é que somos os predadores dos coelhos.
Absolutamente! Venha comigo à minha toca que eu mostro a minha prova experimental.
O coelho e a raposa entram na toca. Poucos instantes depois ouve-se uns ruídos indecifráveis e alguns grunhidos de dor e depois o silêncio. Em seguida o coelho volta sozinho e mais uma vez retoma os trabalhos no notebook. Meia hora depois passa um lobo. Ao ver o apetitoso coelhinho tão distraído, agradece mentalmente a cadeia alimentar por estar com o seu jantar garantido. No entanto, o lobo também acha muito curioso um coelho trabalhando naquela concentração toda. O lobo resolve saber do que se trata, antes de devorar o coelhinho.
-Olá, meu jovem coelho. O que o faz trabalhar tão arduamente?
-Minha tese de doutorado, Sr. Lobo. É uma teoria que venho desenvolvendo há algum tempo e que prova que nós, coelhos, somos os piores predadores naturais dos lobos.
O lobo não se conteve e caiu na gargalhada com a petulância do coelho:
-Ha, ha, ha... coelhinho. Isto é um despropósito. Nós, os lobos, é que somos os genuínos predadores naturais dos coelhos. Aliás, chega de conversa...
-Desculpe-me, mas se você quiser, eu posso apresentar a prova da minha tese. Você gostaria de me acompanhar à minha toca?
O lobo não consegue acreditar na sua sorte.
Ambos desaparecem toca a dentro. Alguns instantes depois ouve-se uivos desesperados, ruídos de mastigação e silêncio. Mais uma vez o coelho retorna sozinho, impassível, e volta a dedilhar o teclado de seu notebook, como se nada tivesse acontecido... Dentro da toca do coelho, vê-se uma enorme pilha de ossos ensangüentados e peles de diversas ex-raposas e, ao lado desta, outra pilha ainda maior de ossos e restos mortais daquilo que um dia foram lobos. Ao centro das duas pilhas de ossos, um enorme leão, satisfeito, bem alimentado e sonolento, a palitar os dentes.
MORAL DA ESTÓRIA:
Não importa quão absurdo é o tema de sua tese.
Não importa se você não tem o mínimo fundamento científico.
Não importa se os seus experimentos nunca chegam a provar sua teoria.
Não importa nem mesmo se suas idéias vão contra o mais óbvio dos conceitos lógicos...
O que importa é quem é o seu ORIENTADOR

O Jogador de Futebol
Um garoto vivia só com seu pai, ambos tinham uma relação extraordinária e muito especial. O jovem pertencia a equipe de futebol americano da escola, normalmente não tinha oportunidade de jogar, bom quase nunca, mesmo assim seu pai permanecia sempre nas grades fazendo companhia. O jovem era o mais baixo da classe quando começou o 2° grau e insistia em participar na equipe de futebol do colégio, seu pai sempre orientava e explicava claramente que ele não tinha que jogar futebol se não quisesse realmente. Mas o garoto amava jogar futebol e não faltava em nenhum treino ou jogo, estava decidido a dar o melhor de si e se sentia comprometido.
Durante sua vida no 2° grau chamavam ele de "esquenta banco" porque vivia sentado como reserva... Seu pai com espírito lutador, sempre estava nas grades, dando companhia, palavras de consolo e o melhor apoio que algum filho podia esperar!!!
Quando começou na Universidade, tentou entrar na equipe de futebol, todos estavam certos que não conseguiria, mas venceu a todos, entrando na equipe. O treinador lhe deu a notícia, admitindo que o tinha aceitado porque ele demonstrava jogar de corpo e alma em cada um dos treinos e ao mesmo tempo dava a toda equipe um grande entusiasmo. A notícia encheu seu coração por completo, correu ao telefone mais perto e ligou para seu pai, que compartilhou com ele a emoção.
Enviava ao pai todas as entradas para assistir os jogos da universidade. O jovem atleta era muito persistente, nunca faltou em nenhum treino e jogo durante os 4 anos da Universidade e também nunca teve a chance de participar em nenhum jogo.
Era a final da temporada e justo alguns minutos antes de começar o primeiro jogo das eliminatórias, o treinador lhe entregou um telegrama.
O jovem pegou e logo depois de ler ficou em silêncio...respirou fundo e tremendo disse ao treinador: Meu pai morreu esta manhã: Existe algum problema se eu faltar no jogo hoje? O treinador o abraçou e disse: Toma o resto da semana de folga, filho, e nem pense em vir no Sábado.
Chegou o Sábado, e o jogo não estava bom, quando a equipe tinha 10 pontos de desvantagem o jovem entrou no vestiário, em silêncio colocou o uniforme e correu até o treinador e sua equipe que estavam impressionados de ver seu companheiro regressando.
Treinador por favor, deixa eu jogar... Eu tenho que jogar hoje implorou o jovem.
O treinador não queria escutá-lo, de nenhuma maneira podia deixar que seu pior jogador entrasse no final das eliminatórias. Mas o jovem insistiu tanto, que finalmente o treinador sentindo pena, deixou:
OK filho, pode entrar, o campo é todo teu. Minutos depois o treinador, a equipe e o público, não podiam acreditar no que estavam vendo. O pequeno desconhecido, que nunca tinha participado em nenhum jogo, estava sendo brilhante, ninguém podia detê-lo no campo, corria facilmente como uma estrela. Sua equipe começou fazer pontos até empatar o jogo. Nos últimos segundos de jogo o rapaz interceptou um passe e correu todo o campo até ganhar com um touchdown. As pessoas que estavam nas grades gritavam emocionadas e sua equipe o levou carregado por todo o campo. Finalmente quando tudo terminou, o treinador notou que o jovem estava sentado quieto e só numa esquina. Aproximou-se e disse: Garoto não posso acreditar... esteve fantástico!!! Conte-me como conseguiu?!!
O rapaz olhou para o treinador e disse: o senhor sabe que meu pai morreu..., mas sabia que meu pai era cego??? O jovem fez uma pausa e tratou de sorrir... Meu pai assistiu todos os meus jogos, mas hoje era a primeira vez que ele podia me ver jogando... e eu quis mostrar a ele que podia fazê-lo.

A Raposa
Existiu um Lenhador que acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite.
Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.
Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho.
Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada.
Os vizinhos do Lenhador alertavam que a Raposa era um bicho, um animal selvagem; e portando, não era confiável.
Quando ela sentisse fome comeria a criança.
O Lenhador sempre retrucando com os vizinhos falava que isso era uma grande bobagem.
A raposa era sua amiga e jamais faria isso.
Os vizinhos insistiam:
- "Lenhador abra os olhos ! A Raposa vai comer seu filho."
- "Quando sentir fome, comerá seu filho ! "
Um dia o Lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários - ao chegar em casa viu a Raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensangüentada ...
O Lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa...
Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranqüilamente e ao lado do berço uma cobra morta ...
O Lenhador enterrou o Machado e a Raposa juntos...
Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar..., mas principalmente nunca tome decisões precipitadas...

Presente de Natal
Um dia, Alfredo acordou em uma véspera de Natal, muito contente, pois uma data muito importante estava para chegar. Era o dia do aniversário do menino Jesus, e é lógico, o dia em que o Papai Noel vinha visitá-lo todos os anos. Com seus cinco aninhos, esperava ansiosamente o cair da noite, para voltar a dormir e olhar o seu pé de meia que estava frente a porta, pois não tinha árvore de Natal. Dormiu muito tarde, para ver se conseguia pegar aquele velhinho no "flagra", mas como o sono era maior do que sua vontade, dormiu profundamente. Na manhã de Natal, observou que seu pé de meia não estava lá, e que não havia presente algum em toda a sua casa. Seu pai desempregado, com os olhos cheios de água, observava atentamente ao seu filho, e esperava tomar coragem para falar que o seu sonho não existia, e com muita dor no coração o chama: "Alfredo meu filho, venha cá!"
"Papai?"
"Pois não filho?"
"O Papai Noel esqueceu de mim..."
Falando isso, Alfredo abraça seu pai e os dois se põem a chorar, quando Alfredo fala: "Ele também esqueceu do senhor papai?"
"Não meu filho. O melhor presente que eu poderia ter ganho na vida está em meus braços, e fique tranqüilo pois eu sei que o papai Noel não esqueceu de você."
"Mas todas as outras crianças vizinhas estão brincando com seus presentes... Ele pulou a nossa casa..."
"Pulou não... O seu presente está te abraçando agora, e vai te levar para um dos melhores passeios da sua vida!"
E assim, foram para um parque e Alfredo brincou com seu pai durante o resto do dia, voltando somente no começo da noite.
Chegando em casa muito sonolento, Alfredo foi para o seu quarto, e "escreveu" para o Papai Noel:
"Querido Papai Noel, eu sei que é cedo demais para pedir alguma coisa, mas quero agradecer o presente que o senhor me deu. Desejo que todos os Natais que eu passe com meu pai, ele esqueça de seus problemas, e que possa se distrair comigo, passando uma tarde maravilhosa como a de hoje. Obrigado pela minha vida, pois descobri que não são com brinquedos que somos felizes, e sim, com o verdadeiro sentimento que está dentro de nós, que o senhor desperta nos Natais.
De quem te agradece por tudo, Alfredo."
E foi dormir...
Entrando no quarto para dar boa-noite ao seu filho, o pai de Alfredo viu a cartinha, e a partir desse dia, não deixou que os seus problemas afetassem a felicidade dele, e começou a fazer que todo dia fosse um Natal para ambos.
Que todos nós, façamos com que cada dia seja um "Dia de Natal", valorizando a amizade, carinho e todos os sentimentos bons que existem dentro de cada um, e depende somente de nós mesmos para botar pra fora...
Abraços e um ótimo Natal a todos.....

Quisera Senhor
Quisera, Senhor, neste Natal armar uma árvore dentro do meu coração e nela pendurar, em vez de presentes, os nomes de todos os meus amigos. Os amigos de longe e de perto. Os antigos e os mais recentes. O que vejo a cada dia e os que raramente encontro. Os sempre lembrados e os que às vezes ficam esquecidos. Os constantes e os intermitentes. Os das horas difíceis e os das horas alegres. Os que, sem querer, eu magoei, ou sem querer me magoaram. Aqueles a quem conheço apenas as aparências. Os que pouco me devem e aqueles a quem muito devo. Meus amigos humildes e meus amigos importantes. Os nomes de todos os que já passaram pela minha vida. Uma árvore de raízes muito profundas para que seus nomes nunca mais sejam arrancados do meu coração. De ramos muito extensos, para que novos nomes vindos de todas as partes venham juntar-se aos existentes. De sombras muito agradáveis para que nossa amizade e amor sejam um aumento de repouso nas lutas de vida. QUE O NATAL ESTEJA VIVO EM CADA DIA DO ANO QUE SE INICIA. PARA QUE POSSAMOS VIVER O AMOR E A PAZ JUNTOS, COMO IRMÃOS E AMIGOS
Que a alegria e a paz sejam os sentimentos marcantes deste Natal e no decorrer do Ano Novo ! ! !

O Bom Trabalho do Senhor
O Senhor teve, certa vez, um trabalho para mim, mas eu tinha muito o que fazer; e então disse," Por favor, Senhor, peça a outra pessoa ou espere até que eu esteja livre". Não sei como o Senhor se saiu, mas pareceu concordar; senti-me como um tipo vil, e soube que tinha feito algo errado.
Um dia, precisei do Senhor, precisei dele imediatamente; mas ele nunca respondeu. Mesmo assim eu podia ouvi-lo dizer, em meu coração acusador, "Tenho muita coisa para fazer, peça o que quiser a outra pessoa ou espere até que eu esteja livre".
Agora,quando o Senhor tem um trabalho para mim, nunca tento esquivar-me; deixo o que estiver fazendo e faço o bom trabalho do Senhor. E meus negócios podem ir sozinhos ou esperar até que eu esteja livre.
NINGUÉM PODE FAZER O TRABALHO QUE O SENHOR DESIGNOU PARA VOCÊ.
(Paul L. Dunbar)

SE (1)
Se a nota dissesse: "Não é uma nota que faz a música"... não haveria sinfonia.
Se a palavra dissesse: "Não é uma palavra que faz uma página"... não haveria livro.
Se a pedra dissesse: "Não há pedra que possa montar uma parede"... não haveria casa.
Se a gota dissesse:"Uma gota d'água não faz um rio"... não haveria oceanos.
Se o grão disser: "Não é um grão que semeia um campo"... não haveria colheita.
Se o homem disser: "Não é um gesto de amor que pode salvar a humanidade"...jamais haverá justiça, paz, dignidade e felicidade na Terra.
Assim como a sinfonia precisa de cada nota;
Assim como o livro precisa de cada palavra;
Assim como a casa precisa de cada pedra;
Assim como o oceano precisa de cada gota d'água;
Assim como a colheita precisa de cada grão de trigo...
A humanidade precisa de Você!
E precisa de Você onde você estiver, único e, portanto, insubstituível.
E Você?
O que está esperando para se comprometer?
O mundo precisa de nosso comprometimento
Para ser o mundo que todos queremos, desejamos e merecemos.

SE (2) - (If, Rudyard Kipling - 1910) - Trad. Guilherme de Almeida
Se és capaz de manter a tua calma quando
Todo o mundo ao redor já a perdeu e te culpa;
De crer em ti quando estão todos duvidando,
E para esses no entanto achar uma desculpa;
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
E não parecer bom demais, nem pretencioso;
Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires;
De sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores;
Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires
Tratar da mesma forma a esses dois impostores;
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas
Em armadilhas as verdades que disseste,
E as coisas, porque deste a vida, estraçalhadas,
E refazê-las com o bem pouco que te reste;
Se és capaz de arriscar numa única parada
Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
Resignado, tornar ao ponto de partida;
De forçar coração, nervos, músculos, tudo
A dar seja o que for que neles ainda existe,
E a persistir assim quando, exaustos, contudo
Resta a vontade em ti que ainda ordena: "Persiste!"
Se és capaz de, entre a plebe não te corromperes
E, entre reis, não perder a naturalidade,
E de amigo, quer bons, quer maus, te defenderes;
Se a todos poder ser de alguma utilidade,
E se és capaz de dar, segundo por segundo,
Ao minuto fatal todo o valor e brilho,
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo
E o que é mais - és um homem, meu filho!

Quando estiver...
Quando estiver triste, leia João 14; Salmo 46.
Quando estiver preocupado, leia Mateus 6:10-34.
Quando estiver desanimado, leia Salmo 91.
Quando se sentir longe de Deus, leia Salmo 139.
Quando desejar paz e descanso, leia Mateus 11:25-30.
Quando estiver doente, leia Tiago 5; Salmo 41.
Quando estiver em perigo, leia Lucas 8:22-25; Salmo 91.
Quando os homens falham, leia I Pedro 5:7, Salmo 23.
Quando estiver com medo, leia Mateus 6:25-34; 11:28-30.
Quando for tentado, leia I Coríntios 10:13; Isaías 40.
Quando tiver cometido pecado, leia I João 1:8-9; Hebreus 7:25.
Quando se esquecer das bençãos, leia Salmo 103.
Quando a sua fé enfraquecer, leia Hebreus 11.
Quando precisar de coragem, leia II Coríntios 12:9.
Quando desejar a felicidade, leia Colossences 3:1-17.
Quando sair para uma viagem, leia Salmo 121.
Quando sentir desejo de criticar, leia I Coríntios 13.

Uma mensagem de Deus para nós.
Deus ainda fala com as pessoas?
Um Jovem foi para o estudo da Bíblia numa noite de Quarta-feira.
O Professor do Instituto falou sobre ouvir a Deus e obedecer a palavra do Senhor. O jovem não pode deixar de querer saber se "Deus ainda fala com as pessoas?".
Após a aula do instituto ele saiu para um lanche com os amigos e eles discutiram a mensagem. De formas diversas eles falaram como Deus tinha conduzido suas vidas de maneiras diferentes.
Era aproximadamente 10 horas da noite quando o jovem dirigia-se para casa. Sentado sozinho no seu carro, ele começou a pedir:
-"Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo. Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obedece-lo"
Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho: "Pare e compre um galão de leite".
Ele balançou a cabeça e falou alto
-"Deus é o Senhor?"
Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa. Porém, novamente, surgiu o pensamento "compre um galão de leite".
O jovem pensou em Samuel e em como ele não reconheceu a voz de Deus, e como Samuel correu para Ele. -"Muito bem, Deus! No caso de ser o Senhor, eu comprarei o leite".
Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil. Ele ainda poderia também usar o leite. O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa.
Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido "Vire naquela rua". Isso é loucura, pensou e, passou direto pelo retorno.
Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua. No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua.
Meio brincalhão, ele falou alto
-"Muito bem, Deus. Eu farei".
Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar. Ele brecou e olhou em volta. Era uma área misto de comercio e residência. Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança. Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estavam escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa.
Novamente, ele sentiu algo, "Vá e de o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua". O jovem olhou a casa. Ele começou a abrir a porta, mas voltou a sentar-se.
-"Senhor, isso é loucura." Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?"
Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite. Finalmente, ele abriu a porta.
-"Muito Bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite aquelas pessoas. Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem. Eu quero ser obediente."
- "Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente, eu vou embora daqui".
Ele atravessou a rua e tocou a campainha. Ele pode ouvir uma barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança. A voz de um homem soou alto:
-"Quem esta ai? O que você quer?".
A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir. Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta. Ele tinha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido em pé na sua soleira.
-"O que é?".
O jovem entregou-lhe o galão de leite.
-"Comprei isto para vocês".
O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto.
Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha. O homem seguia-a segurando nos braços uma criança que chorava.
Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando:
-"Nos oramos. Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado. Não tínhamos mais leite para o nosso bebê. Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite".
Sua esposa gritou lá da cozinha:
-"Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco... Você é um anjo?
O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem.
Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lagrimas corriam pela sua face.
Ele experimentou que "Deus ainda fala com as pessoas."
Você tem 24h por dia, gasta com muitas coisas. Quanto tempo você leva para parar um pouquinho e ouvir Deus?

sábado, 12 de julho de 2008

Mude de janela

Mude de janela: Veja o lado bom das coisas, sempre




“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem às fontes da vida.” (Prov. 4:23) Nossa vida é semelhante a uma casa de muitas janelas, que possibilita contemplar várias paisagens. O problema é que muitos fazem da vida uma casa de uma só janela. E ali, ficam debruçadas, por anos. Quando alguém age assim, o foco da sua atenção fica limitado, impossibilitando-o de ver outros horizontes. Na vida, por vezes temos que mudar de janela, para contemplar o novo ao nosso redor. Precisamos fechar algumas janelas para que outras sejam abertas... A Uma janela que precisa ser fechada é a do ressentimento. Quem fica debruçado nesta janela olha a vida pelo ângulo da amargura, do desencanto, da tristeza.

A pessoa ressentida perde a confiança no amor, não investe em novos relacionamentos, fecha as portas para o perdão e tem visão muito negativa da vida. “Longe de vós toda a amargura (ressentimentos), e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda a malícia. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou.” (Ef 4:31-32)

Mude de janela! Abra a janela do coração para o perdão. Perdoar é expressar a arte de amar! O perdão e o amor se entrelaçam. A janela do perdão nos faz mais humanos, mais tolerantes, mais cheios de graça e beleza interior e abre para nós a janela do perdão de Deus, Mt. 6:15. A outra janela que precisa ser fechada é a do medo. Esta é terrível. Milhares de pessoas estão imóveis nesta janela. Somente vêem os perigos, os obstáculos, as dificuldades. Na mente delas não existem sonhos, só pesadelos. Conta-se que, numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto. Sempre que fazia prisioneiros, não os matava: levava-os a uma sala onde havia um grupo de arqueiros de um lado e uma imensa janela de ferro do outro, sobre a qual se viam gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue.

Nesta sala ele os fazia enfileirar-se em círculo e dizia-lhes, então: ”Vocês podem escolher entre morrerem flechados por meus arqueiros ou saltarem por aquela janela e por mim serem lá trancados". Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros. Ao terminar a guerra, um soldado que por muito tempo servira ao rei dirigiu-se ao soberano:

- Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?

- Diga, soldado.

- O que havia por detrás da assustadora janela?

- Vá e veja você mesmo. O soldado, então, abre vagarosamente a janela e, à medida que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente... E, finalmente, ele descobre, surpreso, que a janela se abria sobre um caminho que conduzia à LIBERDADE !!!

Quantas janelas deixamos de abrir pelo medo de arriscar?Quantas vezes perdemos a liberdade e morremos por dentro, apenas por sentirmos medo de abrir a janela de nossos sonhos? Mude de janela! Troque a janela do medo, pela da coragem, da ousadia, “porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação.” 2 Tm 1:7 Contemple a vida, através da janela da coragem a qual proporciona uma visão de conquistas, desafios e vitórias. A mais uma janela que precisa ser fechada é a do passado. Terrível é a vida dos que se fixam na janela do passado. Não vêem nada em sua frente a não ser motivos para lamentar-se. Quem vive debruçado sobre o passado não consegue vislumbrar o futuro.

São pessoas que vivem na pré-história, lastimando:

- Ah! Quando eu era criança, quando eu era solteiro! Ah! Se o tempo voltasse! “

Jamais digas: Por que foram os dias passados melhores do que estes? Pois não é sábio perguntar assim.” Ec 7:10 Troquemos os ‘por quês’ da vida (visão do passado) para os ‘para quês’ (visão do futuro). Mude de janela! Mude para a janela da esperança. Ela nos faz sonhar com dias melhores. Nada pode ser triste quando se tem esperança! A esperança é a âncora da alma! “Regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração perseverantes.” (Rom 12:12) Quem quer vencer na vida, precisa ter a reflexão no passado, os pés no presente e os olhos no futuro, e caminhar sempre nessa direção!...

Mude de janela! Você não está só. O Deus da esperança está com você para que seja “rico de esperança no poder do Espírito Santo”. Outra janela significa novos sonhos, novos começos, novos dias. Olhe pela janela indicada pelo Pai. "O caminho dEle é perfeito; a Palavra do Senhor é provada; Ele é escudo para todos os que nEle se refugiam. Pois quem é Deus senão o SENHOR? E quem é rochedo senão o nosso DEUS? “Deus é a nossa fortaleza e a nossa força, e Ele perfeitamente desembaraça o nosso caminho.” (2 Sm 22:31-33) O SENHOR nos conduz a uma jornada de triunfo. Seja um vencedor em Cristo Jesus!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Quibe

Quibe Tradicional da Família
Por Anice de Fatima Dutra



Ingredientes.

-1 quilo de trigo para quibe
-1 quilo de carne de patinho limpa sem gordura moída
-2 cebolas
-1/2 xícara de água
-1 molho de hortelã
-sal e pimenta a gostoModo de PreparoLava o trigo e escorra a agua e deixe numa bacia por três horas.
Depois mistura e carne moída coloque o hortelã e a cebola picada
mistura outra vezes e faço umas bolas grande e passa numa máquina
eletrica ou manual. Por final, coloque a água o sal e a pimenta.
Amasse bem e faça o quibes e frite em óleo quente.

Esta receita tem um rendimento de 45 a 50 quibes.

Pulo do GatoEste receita e passada de geração a geração. A minha
mãe é filha de sírio. Desde de crianca ela já fazia
esta maravilha de quibe. Várias pessoas já
experimentou outros quibes não se pode comparar a
esta maravilha. Este que tem um toque especial.

A equipe Mais Você vai amar esta receita, que
significa algo muito especial na minha vida. É uma
de muitas receitas da arte culinária síria deixa com
muito carinho e amor pela minha saudosa mãe.

Joao 1

(João 1:1) - NO princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
(João 1:2) - Ele estava no princípio com Deus.
(João 1:3) - Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
(João 1:4) - Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.
(João 1:5) - E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.
(João 1:6) - Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João.
(João 1:7) - Este veio para testemunho, para que testificasse da luz, para que todos cressem por ele.
(João 1:8) - Não era ele a luz, mas para que testificasse da luz.
(João 1:9) - Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo.
(João 1:10) - Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu.
(João 1:11) - Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.
(João 1:12) - Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;
(João 1:13) - Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.
(João 1:14) - E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.
(João 1:15) - João testificou dele, e clamou, dizendo: Este era aquele de quem eu dizia: O que vem após mim é antes de mim, porque foi primeiro do que eu.
(João 1:16) - E todos nós recebemos também da sua plenitude, e graça por graça.
(João 1:17) - Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.
(João 1:18) - Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou.
(João 1:19) - E este é o testemunho de João, quando os judeus mandaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para que lhe perguntassem: Quem és tu?
(João 1:20) - E confessou, e não negou; confessou: Eu não sou o Cristo.
(João 1:21) - E perguntaram-lhe: Então quê? És tu Elias? E disse: Não sou. És tu profeta? E respondeu: Não.
(João 1:22) - Disseram-lhe pois: Quem és? para que demos resposta àqueles que nos enviaram; que dizes de ti mesmo?
(João 1:23) - Disse: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías.
(João 1:24) - E os que tinham sido enviados eram dos fariseus.
(João 1:25) - E perguntaram-lhe, e disseram-lhe: Por que batizas, pois, se tu não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta?
(João 1:26) - João respondeu-lhes, dizendo: Eu batizo com água; mas no meio de vós está um a quem vós não conheceis.
(João 1:27) - Este é aquele que vem após mim, que é antes de mim, do qual eu não sou digno de desatar a correia da alparca.
(João 1:28) - Estas coisas aconteceram em Betânia, do outro lado do Jordão, onde João estava batizando.
(João 1:29) - No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
(João 1:30) - Este é aquele do qual eu disse: Após mim vem um homem que é antes de mim, porque foi primeiro do que eu.
(João 1:31) - E eu não o conhecia; mas, para que ele fosse manifestado a Israel, vim eu, por isso, batizando com água.
(João 1:32) - E João testificou, dizendo: Eu vi o Espírito descer do céu como pomba, e repousar sobre ele.
(João 1:33) - E eu não o conhecia, mas o que me mandou a batizar com água, esse me disse: Sobre aquele que vires descer o Espírito, e sobre ele repousar, esse é o que batiza com o Espírito Santo.
(João 1:34) - E eu vi, e tenho testificado que este é o Filho de Deus.
(João 1:35) - No dia seguinte João estava outra vez ali, e dois dos seus discípulos;
(João 1:36) - E, vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus.
(João 1:37) - E os dois discípulos ouviram-no dizer isto, e seguiram a Jesus.
(João 1:38) - E Jesus, voltando-se e vendo que eles o seguiam, disse-lhes: Que buscais? E eles disseram: Rabi (que, traduzido, quer dizer Mestre), onde moras?
(João 1:39) - Ele lhes disse: Vinde, e vede. Foram, e viram onde morava, e ficaram com ele aquele dia; e era já quase a hora décima.
(João 1:40) - Era André, irmão de Simão Pedro, um dos dois que ouviram aquilo de João, e o haviam seguido.
(João 1:41) - Este achou primeiro a seu irmão Simão, e disse-lhe: Achamos o Messias (que, traduzido, é o Cristo).
(João 1:42) - E levou-o a Jesus. E, olhando Jesus para ele, disse: Tu és Simão, filho de Jonas; tu serás chamado Cefas (que quer dizer Pedro).
(João 1:43) - No dia seguinte quis Jesus ir à Galiléia, e achou a Filipe, e disse-lhe: Segue-me.
(João 1:44) - E Filipe era de Betsaida, cidade de André e de Pedro.
(João 1:45) - Filipe achou Natanael, e disse-lhe: Havemos achado aquele de quem Moisés escreveu na lei, e os profetas: Jesus de Nazaré, filho de José.
(João 1:46) - Disse-lhe Natanael: Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? Disse-lhe Filipe: Vem, e vê.
(João 1:47) - Jesus viu Natanael vir ter com ele, e disse dele: Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo.
(João 1:48) - Disse-lhe Natanael: De onde me conheces tu? Jesus respondeu, e disse-lhe: Antes que Filipe te chamasse, te vi eu, estando tu debaixo da figueira.
(João 1:49) - Natanael respondeu, e disse-lhe: Rabi, tu és o Filho de Deus; tu és o Rei de Israel.
(João 1:50) - Jesus respondeu, e disse-lhe: Porque te disse: Vi-te debaixo da figueira, crês? Coisas maiores do que estas verás.
(João 1:51) - E disse-lhe: Na verdade, na verdade vos digo que daqui em diante vereis o céu aberto, e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem.

joao 2

(João 2:1) - E, AO terceiro dia, fizeram-se umas bodas em Caná da Galiléia; e estava ali a mãe de Jesus.
(João 2:2) - E foi também convidado Jesus e os seus discípulos para as bodas.
(João 2:3) - E, faltando vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não têm vinho.
(João 2:4) - Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora.
(João 2:5) - Sua mãe disse aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser.
(João 2:6) - E estavam ali postas seis talhas de pedra, para as purificações dos judeus, e em cada uma cabiam dois ou três almudes.
(João 2:7) - Disse-lhes Jesus: Enchei de água essas talhas. E encheram-nas até em cima.
(João 2:8) - E disse-lhes: Tirai agora, e levai ao mestre-sala. E levaram.
(João 2:9) - E, logo que o mestre-sala provou a água feita vinho (não sabendo de onde viera, se bem que o sabiam os serventes que tinham tirado a água), chamou o mestre-sala ao esposo,
(João 2:10) - E disse-lhe: Todo o homem põe primeiro o vinho bom e, quando já têm bebido bem, então o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho.
(João 2:11) - Jesus principiou assim os seus sinais em Caná da Galiléia, e manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele.
(João 2:12) - Depois disto desceu a Cafarnaum, ele, e sua mãe, e seus irmãos, e seus discípulos; e ficaram ali não muitos dias.
(João 2:13) - E estava próxima a páscoa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém.
(João 2:14) - E achou no templo os que vendiam bois, e ovelhas, e pombos, e os cambiadores assentados.
(João 2:15) - E tendo feito um azorrague de cordéis, lançou todos fora do templo, também os bois e ovelhas; e espalhou o dinheiro dos cambiadores, e derribou as mesas;
(João 2:16) - E disse aos que vendiam pombos: Tirai daqui estes, e não façais da casa de meu Pai casa de venda.
(João 2:17) - E os seus discípulos lembraram-se do que está escrito: O zelo da tua casa me devorará.
(João 2:18) - Responderam, pois, os judeus, e disseram-lhe: Que sinal nos mostras para fazeres isto?
(João 2:19) - Jesus respondeu, e disse-lhes: Derribai este templo, e em três dias o levantarei.
(João 2:20) - Disseram, pois, os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este templo, e tu o levantarás em três dias?
(João 2:21) - Mas ele falava do templo do seu corpo.
(João 2:22) - Quando, pois, ressuscitou dentre os mortos, os seus discípulos lembraram-se de que lhes dissera isto; e creram na Escritura, e na palavra que Jesus tinha dito.
(João 2:23) - E, estando ele em Jerusalém pela páscoa, durante a festa, muitos, vendo os sinais que fazia, creram no seu nome.
(João 2:24) - Mas o mesmo Jesus não confiava neles, porque a todos conhecia;
(João 2:25) - E não necessitava de que alguém testificasse do homem, porque ele bem sabia o que havia no homem.